Os Romanos – Vídeo

Vídeo sobre os Romanos realizado pela Beatriz e pela Marta.

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os Romanos

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Para conhecer melhor os Romanos os alunos elaboraram algumas apresentações em Powerpoint.

[ Descarregar a apresentação do Mário ]

[ Descarregar a apresentação da Roberta e da Francisca ]

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Os romanos

Romanos 1

Trabalho realizado por Daniel e Rodrigo Martins, 5º C

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Os Romanos

Romano

Os romanos são originários de Roma. A sua expansão teve início no século VI a. C.

Os romanos dominaram todos os territórios à volta do Mar Mediterrâneo ao qual chamavam “o mar nosso” porque só eles lá podiam navegar.

Na Peninsula Ibérica tiveram bastante resistência,  nomeadamente, por parte  dos Lusitanos.

Trabalho de Mara e Filipa – 5º C

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Agropastoris

desenho_beatrizCaminhava com o chefe da minha comunidade quando vimos alguns homens que construíam um edifício junto aos campos de cultivo. As nossas casas eram circulares ou quadradas, em pedra ou argila amassada com palha e o telhado de colmo e juntas formam um castro.

Para proteger as culturas, tivemos de sair das nossas cavernas e aprender a viver em comunidade perto dos campos cultivados.

O tempo era mais seco e mais quente e os animais que caçávamos desapareceram e por isso aprendemos a domesticar outros animais como a cabra, a ovelha e o cavalo. Estes, além da carne davam-nos lã, leite e peles que serviam para vestuário. Foi necessário inventar novas ferramentas para trabalhar a terra e a tecelagem para tecer tecidos e começamos a praticar a agricultura e a pastorícia que ainda hoje existem.

 

Beatriz Gerónimo, nº 1, 5º C

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Comunidades Agropastoris

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Se eu vivesse no tempo das comunidades agropastoris, tomaria conta dos animais e faria cestos de palha para colher os alimentos. Viveria num pequeno aldeamento e ajudaria a fazer utensílios diversos para ajudar na agricultura e pastorícia tais como arados, foices, potes de barro, etc.

Também tínhamos um tear para fazer roupas.

Sepultaríamos os nossos mortos em locais assinalados por antas.

Dolmen Orca de Forles

Dolmen Orca de Forles

Eram tempos difíceis, mas dentro da comunidade resolveríamos os nossos problemas.

 

Roberta Ferraz, nº 15, 5º C

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No tempo dos recoletores

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Certo dia, estava eu numa aula de matemática e adormeci. Estava muito cansada. Comecei a sonhar e como gosto muito de história, sonhei que era uma mulher recolectora.

Tinha uma grande saia feita por mim, com peles de animais e enfeitada com flores e folhas e tinha cabelos muito longos pois, naquela altura, não havia cabeleireiros. Eu recolhia frutos silvestres e outras coisas da natureza e os homens iam à pesca e à caça de animais.

Os homens também faziam instrumentos de pedra, bifaces, pontas de lança e objetos de osso como arpões. Nós as mulheres era mais para recolher alimentos, fazer roupas de peles dos animais que eram caçados e tratar das crianças. Quando os alimentos acabavam íamos para outra região e, por isso, éramos nómadas. Vivíamos ao ar livre, em tendas e em grutas. Nestas, fazíamos pinturas de animais. Quando se descobriu o fogo começamos a cozinhar os alimentos.

A campainha tocou e eu acordei. No intervalo a minha amiga perguntou:

– Adormeceste, o que sonhaste?

– É uma longa história – respondi.

Maria João Correia, nº 11, 5º C

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Recoletores

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Eu sou um homem de uma comunidade recoletora. Os meus antepassados vieram de África, espalharam-se pela Europa, incluindo a Península Ibérica.

Para sobreviver eu caço, pesco e recolho raízes e frutos silvestres. Para poder caçar e pescar, o meu povo teve de desenvolver instrumentos de pedra e de osso, como por exemplo os bifaces, as pontas de lança, os arpões.

Somos um povo nómada porque nunca nos fixamos num lugar. Sempre que os alimentos acabam mudamo-nos para outro local à procura de comida.

O fogo foi muito importante para a nossa sobrevivência pois permitiu-nos cozinhar os alimentos. Nós dormimos ao ar livre ou em tendas, por isso, o fogo também é importante para nos aquecermos. No inverno temos de nos abrigar em cavernas e é preciso expulsar de lá os ursos e é com fogo que o fazemos.

 Mário Pina, nº 12, 5º C

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A Vida dos Escravos

No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos da África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar .Os comerciantes de escravos vendiam os africanos como se fossem mercadorias e os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.

O transporte era feito da África para o Brasil nos porões do navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, e os corpos eram lançados ao mar. Ao chegar à América os escravos eram vendidos em espécies de feiras onde os donos podiam escolher quais queriam levar e quantos queriam levar.

Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas, lugares escuros, húmidos e com pouca higiene, acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho e falar a língua portuguesa.

As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da escravidão.

Os escravos podiam obter a sua liberdade através de uma carta de alforria.

Realizado por:

Diogo, nº 7; Marili, nº 13, Nicole, nº 14; Pedro, nº 15, Renata, nº 17, Rui, nº 20; Tânia, nº 21 – 6º E

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O TRÁFICO DE ESCRAVOS – SÉC. XVIII

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As plantações a cana-do-áçucar e, mais tarde a descoberta do ouro no Brasil, originou uma necessidade de escravos, a mão de obra utilizada naquelas circunstâncias. Então começaram a chegar ao Brasil escravos africanos para trabalharem nos campos da cana- do-açúcar, nas minas e em todos os trabalhos existentes. Os escravos eram capturados pelos traficantes e queimados com um ferro (para os marcar) e entregues aos capitães dos navios negreiros. Estes procuravam transportar num navio o maior número de escravos. Alguns faziam as necessidades no sítio onde estavam para não perderem o seu lugar no porão do barco que ia sobrelotado. Eram mal alimentados, mal agasalhados e viajando num local de muita sujidade,  as doenças pegavam-se com facilidade e morriam muitos durante a viagem. Ao chegarem ao Brasil, eram separados e vendido, forçados às mais duras tarefas e muitas vezes sofriam maus tratos como por exemplo chicotadas e torturas várias.  Muitas vezes tentavam fugir, o que era quase impossível.  Se fizessem alguma coisa de bom pela familia que comprou o escravo eles podiam dar- lhe a carta de alforria e,  com a carta, podiam ir embora ter com a família e deixar de ser escravo.

Trabalho realizado por: Nicole e Renata, 6º E

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Consequências da morte de D. Sebastião

Foi numa época de crise que D. Sebastião resolveu efetuar a conquista de novos territórios no Norte de África. Desembarcou em Marrocos e foi derrotado em Alcácer Quibir, onde perdeu a vida.

A falta de descendentes diretos levou ao aparecimento de 3 candidatos tendo sido aclamado nas cortes de Tomar o rei de Espanha, com o título de Filipe I de Portugal. Deu-se assim a união Ibérica uma vez que os reinos ibéricos passaram a estar sob a mesma coroa.

Até 1620 não houve uma total subjugação de Portugal a Espanha, pois Filipe II prometera respeitar a autonomia do nosso país. A partir de 1620, acentuando-se o declínio do império espanhol, lançam novos impostos que afetaram os portugueses.

Na prática, Portugal passou a ser como uma província espanhola, governada de longe e os portugueses passaram a custear as despesas do império espanhol em declínio.

Aproveitando a situação desfavorável de Espanha dezenas de nobres portugueses revoltaram-se no dia 1 de dezembro de 1640 e puseram fim ao domínio espanhol, tendo sido aclamado como rei de Portugal o duque de Bragança, com o título de D. João IV.

Se não fosse essa revolução talvez Portugal não existisse. Pela sua importância, desde a segunda metade do século XIX que o dia 1 de dezembro foi comemorado como feriado nacional, mas foi suspenso a partir de 2013.

Trabalho realizado por: Inês Martins, nº 9, 6º B

                                           Isa Pereira, nº 10, 6ºB

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Rosa dos Ventos

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Os alunos do 5.º C deram asas à sua criatividade e, no âmbito do estudo da orientação, elaboraram estes trabalhos. Parabéns a todos!

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Entrevista a D. Sebastião

Entrevistadores: Poderá Vossa Majestade dizer-nos em que ano nasceu?

Sebastião: Nasci em 1554.

 Entrevistadores: Assumiu o reino de Portugal muito novo.

Sebastião: De facto, tinha apenas 14 anos, mas era o único neto de D. João III e o meu pai já tinha falecido.

Entrevistadores: Decidiu ir para a guerra muito cedo e sem ter descendentes.

Sebastião: Precipitei-me pois tinha o desejo de conquistar terras e queria ser reconhecido.

 Entrevistadores: Foi difícil reinar sem pais.

Sebastião: Foi terrível! Os pais fazem sempre falta.

Entrevistadores: Quando partiu para a guerra não pensou que pudesse morrer? Quem achava que lhe ia suceder?

 Sebastião: Não pensei nunca que pudesse morrer. Penso que nesse caso, gostaria que me tivesse sucedido D. António Prior do Crato por ser apoiado pelo povo e o único candidato capaz de se opor ao poderio de D. Filipe II.

 Entrevistadores: Qual a sua opinião quanto ao cognome que mais o identifica?

Sebastião: “O Desejado” é um nome que me orgulha porque mostra o quanto as pessoas gostavam que eu fosse rei.

 

Trabalho realizado por: Alexandre, nº 1, 6ºD

João, nº 10, 6º D

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Entrevista a D. João IV

D. João IV

Entrevistadoras: Como vossa Majestade entenderá, Portugal espera, com esta entrevista, conhecer melhor a sua vida, como rei.

Rei D. João IV: Estou muito orgulhoso por me estarem a fazer esta entrevista.

 Entrevistadoras: Nós e Portugal gostaríamos de saber em que data Vossa Majestade nasceu e onde.

Rei D. João IV: Eu nasci a 19 de março de 1604 em Vila Viçosa.

Entrevistadoras: Quem eram os pais de Vossa Majestade?

 Rei D. João IV: O meu pai foi D. Teodósio e minha mãe D. Ana Velasco.

Entrevistadoras: O que sentiu Vossa Alteza quando os nobres lhe pediram para ser rei de Portugal e lhe disseram que estavam a organizar uma conspiração para restaurar a independência de Portugal?

Rei D. João IV: Eu queria aceitar porque queria ser rei, mas fiquei receoso do que poderia acontecer caso tudo corresse mal.

 Entrevistadoras: E que disse vossa esposa?

Rei D. João IV: Sua alteza , a minha esposa, convenceu-me quando afirmou que preferia ser rainha por um dia do que ser duquesa toda a vida.

 Entrevistadoras: O que sentiu quando prenderam a Duquesa de Mântua?

 Rei D. João IV: Senti-me bem, mas sabia que ainda não era rei de Portugal.

Entrevistadoras: Quando subiu ao trono, o que sentiu Vossa Alteza?

 Rei D. João IV: Senti uma grande felicidade mas também uma enorme responsabilidade.

 Entrevistadoras: Agradecemos a Vossa Alteza o tempo que nos dispensou e desejamos um reinado próspero.

 

Trabalho realizado por: Mariana Ferreira, nº 15, 6ºD

Filipa Mesquita, nº 9, 6º D

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A revolta de 1 de dezembro de 1640

Na manhã de 1 de dezembro, 40 fidalgos introduziram-se no Paço Real, ocultando as armas dentro das roupas, e, por volta das nove horas, a um  sinal de D. Miguel  de Almeida, assaltaram o palácio, derrubando tudo quanto se lhes tentou opor.  Rebuscaram a  sala do secretário Miguel de Vasconcelos e,  encontrando-o escondido num grande armário de madeira, assassinaram-no sem qualquer troca de  palavras. Tendo atirado o corpo pela janela para a praça, lançaram depois sobre ele algumas peças de prata, salvas, castiçais, doces e queijos, para atrair a massa popular, que olhava de longe, desconfiada. Imediatamente, inúmeros mendigos lançaram-se sobre ele e, estimulados pela gulodice, entraram no palácio, saqueando-o totalmente.

 

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Ana Chaves, 1, 6ºE

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