Monthly Archives: Maio 2009

A passagem pelo Cabo Bojador

No século XV saímos de Portugal, eu Gil Eanes e outros marinheiros. Não sabíamos ao certo os perigos que iríamos passar.
Quando partimos passámos por ventos e correntes marítimas que quase nos viravam.
Como éramos bastantes pessoas, a comida já era pouca e então resolvemos pescar. Mas não tivemos muita sorte, segundo o relógio de sol, em duas horas apanhámos pouco peixe, mas o que apanhámos ainda dava para aliviar a fome.
Como havia muito nevoeiro por vezes íamos por outro caminho, mas quando dávamos conta voltávamos ao percurso.
Passámos  por  muitos perigos e, quando chegámos ao Cabo Bojador sentíamos um pouco de medo, apesar de ninguém admitir.
Era muito nevoeiro, os barulhos ouviam-se ao longe. Mas nós éramos obrigados a passar, enchemo-nos de coragem e lá fomos nós.
Quando o nevoeiro passou vimos um mundo encantado, cheio de flores e com um cheiro muito agradável.
E ao fim de olharmos para todas aquelas flores, vezes sem conta pegámos em algumas para provar que passámos o Cabo e voltámos para Portugal.
Na volta vínhamos tão entusiasmados que mesmo quando o vento estava do nosso lado quisemos remar.
Quando chegámos ninguém queria acreditar, mas quando viram as flores ficou toda a gente de boca aberta.

Trabalho realizado por:
André Filipe Gomes Rodrigues, nº 4, 5º C
Pedro Miguel da Fonseca Santos, nº 18, 5º C

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No barco de Gil Eanes

Pedro Miguel Santos, nº 22 e Luis Rafael, nº 16, 5º E

Pedro Miguel Santos, nº 22 e Luis Rafael, nº 16, 5º E

Hoje de manhã acordámos bem cedo para embarcarmos no barco de Gil Eanes.
Quando embarcámos sentimos alguns receios porque podíamos ser engolidos pelos monstros que nos descreveram os marinheiros.
Gil Eanes mandou um marujo limpar o convés e, de repente, ele caiu ao mar. No posto de vigia o marinheiro gritava:
– Homem ao mar, homem ao mar!
E toda a tripulação descontrolada, a andar de um lado para o outro e o comandante mandou lançar uma escada de corda para o salvar.
Surgiu um nevoeiro terrível e ninguém conseguia ver nada, nem lá em cima o vigilante. Este teve a impressão de vislumbrar um monstro no meio daquele nevoeiro em que não se via nada de nada.
Finalmente terra firme, e como prova de que a vida continuava, Gil Eanes colheu uma rosa e levou-a ao rei como prova que tinha dobrado o Cabo Bojador.
Felizmente chegamos em segurança, Gil Eanes ficou surpreendido por não ter visto nenhum monstro e não ter encalhado.
Foi uma viagem inesquecível!

Trabalho realizado por:

Ana Cláudia Alves Albuquerque Nº2

Ana Sofia de Sousa Soares Nº3, 5ºE

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O monstro de sete cabeças e cinco patas

José Henrique, nº 13 e Ana Regina nº 21, 5º A

José Henrique, nº 13 e Ana Regina nº 21, 5º A

Era uma vez um marinheiro que já tinha enfrentado muitas dificuldades no mar.
Um dia, ao ver que todos os marinheiros que tentavam  passar o Cabo Bojador diziam que havia monstros grandes e feios,  quis mostrar que não tinha pavor dos monstros. Então, tentou ir para o destino que todos os marinheiros não conseguiram enfrentar.
Ele ia confiante. O barco estava a baloiçar e ele ficou um pouco assustado e de repente reparou que estava cativo nas rochas.
De seguida repara que o barco se estava a afundar. Ele dá um salto para uma rocha que estava lá, até que conseguiu escapar para terra.
Quando chegou à sua terra todos lhe perguntaram se tinha conseguido. Ele disse que não porque havia um monstro de sete cabeças, cinco patas de pato grandes e mal cheirosas, tinha uns dentes de coelho, alguns cabelos nas cabeças e era muito gordo.
Todas as pessoas se tinham acreditado na história do monstro.
E lá viveram todos com medo de um monstro que não existia.

Aurora Francisca Lopes Pereira,  5º A,  Nº4

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Os monstros “Tenebrosos”

André Silva, nº 2, Francisco Santo, nº 9, 5º A

André Silva, nº 2, Francisco Santo, nº 9, 5º A

Há muito tempo atrás, havia um marinheiro chamado Gil Eanes que queria passar o Cabo Bojador, o Mar “Tenebroso”.
O Gil Eanes no dia 7 de Outubro de 1434 decidiu tentar passar o Cabo Bojador com alguns dos seus amigos. Sabia que haviam vários obstáculos, como por exemplo: os monstros humanos, seres fantásticos, fortes nevoeiros, rochas altas e outras coisas muito perigosas.

A meio dessa viagem emocionante, eles avistaram um peixe, que tinha formato de dragão e logo recearam mas, nada lhes aconteceu.

Mais à frente seres fantásticos apareceram mas eram muito pequenos e insignificantes e, por isso, nem se preocuparam.Depois ficou tudo nublado, mas o feito aconteceu. No dia 5 de Dezembro de 1434, Gil Eanes e os seus amigos passaram o Cabo Bojador, orgulhosos, felizes e muito satisfeitos.

André Silva – Nº 2,   5º A   e  Francisco Santos – Nº 9,   5º A

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Mais uma viagem… de Gil Eanes

André Correia, nº 3, 5º C

André Correia, nº 3, 5º C

Eu, Gil Eanes, incentivado pelo infante D. Henrique, tentei atravessar o Cabo do Bojador por duas vezes. No entanto, só o consegui atravessar à segunda tentativa.
Antes de partir, preparámos, eu e os meus homens, o barco.
Estávamos com medo da viagem, pois ouvíamos coisas terríveis, diziam que existiam monstros humanos e seres fantásticos.
A viagem, por isto tudo, não foi muito calma. Todos íamos com medo, e ainda por cima apanhámos muitas tempestades, com fortes e medonhas ventanias.
Numa dessas tempestades perdi três homens, os coitados caíram ao mar. Senti que também poderia morrer assim. Mas, felizmente, eu e os meus restantes homens conseguimos sobreviver.
Quando, finalmente, conseguimos passar o Cabo Bojador, percebemos que tudo não passava de lendas e mitos. O sol não queimava e não existiam os monstros de que falavam.
Dei-me até ao trabalho de recolher um ramo de flores para comprovar que nessas terras existia vida.

Carolina Ferreira Dias,  5º E,  n.º 7

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Um dia na vida de um Recolector

Luís Rafael, nº 16 e Pedro Santos, nº 22, 5º E

Luís Rafael, nº 16 e Pedro Santos, nº 22, 5º E

Certa tarde adormeci e sonhei que pertencia a um povo recolector.
A minha casa era uma cabana construída com ramos e peles de animais.
Durante o dia fazia várias actividades: pintava gravuras de animais e de caçadas nas grutas, e caçava, pois alimentava-me daquilo que a natureza me dava da caça e da pesca.
Adorava fazer armadilhas aos animais que caçava. Nessa tarde, numa caçada fiz a seguinte armadilha: escavei um buraco e coloquei dentro dele várias lanças, depois disfarcei-o com paus e folhas para que os animais lá caíssem e, para que eu e o meu povo os comêssemos de seguida.
Nessa noite, houve uma grande tempestade e através dela descobrimos o fogo. O fogo revolucionou o nosso modo de vida. Com ele podíamos afugentar os animais, cozinhar os alimentos, aquecermo-nos e iluminar a escuridão.
Estava eu a comer um pedaço de perna do mamute que cacei, sentada no chão, à beira de uma fogueira, quando a minha mãe me acordou.
Foi um sonho engraçado!

Carolina Ferreira Dias, n.º 7, 5º E

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A Viagem de Gil Eanes

Francisca Salvador, nº 11, 5º E

Francisca Salvador, nº 11, 5º E

Há muitos dias que navego neste longo oceano… Conseguir atravessar o Cabo Bojador e navegar no Oceano Atlântico, foi muito complicado! Mas eu, Gil Eanes, acho-me um homem com muita sorte! Eu e os meus homens, corremos muitos perigos.
O Cabo Bojador sempre foi uma grande dificuldade para a navegação da Costa Ocidental Africana, devido às correntes fortes, aos ventos e tempestades naquela região. Era um lugar muito temido pelos navegadores.
Hoje, o dia está bom, o vento deixou de soprar e o mar está calmo. Na noite em que passámos o “temido cabo”, uiii! Foi horrível… Estávamos já muito perto do Cabo Bojador…
A noite estava fria e escura. De repente, uma grande tempestade caiu sobre nós. Chovia e caía granizo. Pensávamos que íamos morrer naquela noite!
No entanto, não deixei que os meus marinheiros perdessem a coragem e disse-lhes:
– Grandes marinheiros! Vamos unir-nos, passar este cabo e destruir as lendas que falam sobre um “Mar Tenebroso”. Diz-se que engole pessoas e embarcações. Fala-se de ondas gigantes, monstros marinhos que afundam barcos.
Depois de algumas palavras de coragem, lutámos e conseguimos.
Foi bom, conseguimos, mas também foi mau, pois uma aventura destas não aconselho a ninguém!
Finalmente desembarcámos. Encontrámos uma região desabitada, mas muito bonita!
Colhi um ramo de flores, para oferecer ao grande Infante D. Henrique.
Caiu a noite. Vamos descansar. Amanhã voltaremos à nossa terra.

Tiago Pais,  Nº: 26, Ano: 5º , Turma: E

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Dobrei o Cabo Bojador

Tânia e Jéssica, 5ºB

Tânia e Jéssica, 5ºB

Um dia eu, Gil Eanes, fui atravessar o Cabo Bojador.
Nunca antes ninguém  o tinha dobrado, porque todos tinham medo e pensavam que havia monstros no mar.
Mas o Infante D. Henrique, já farto de tantas tentativas e ninguém conseguia atravessar o Cabo Bojador, mandou-me ir e, que não voltasse sem o passar.
Eu estava cheio de medo, havia muitos ventos,  a região era desolada e perigosa, mas não havia monstros, só tinha rochedos escarpados e dunas de areia.
Quando lá cheguei vi que havia vida, que era calma e não  monstruosa, nem perigosa como diziam os outros navegadores que tinham feito várias tentativas para atravessar o Cabo Bojador.
Para provar ao Rei que existia terra e coisas boas, trouxe-lhe de lá Rosas de Santa Maria.

Élia Figueiredo, nº 9, 5ºE

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De Portugal às ilhas Canárias e ao Cabo Bojador

Ana Inês e Matilde, 5ºB

Ana Inês e Matilde, 5ºB

Lá íamos nós em direcção ao cabo Bojador, quando o marinheiro Carlos pergunta:
– Senhor capitão, e se o monstro das cabeças nos engole?
– E se o monstro da serpente nos ataca? – pergunta o marinheiro Bernardo.
-Já que tu és o nosso corajoso Bernardo, dá-me uma ideia para podermos derrotar esses terríveis e medonhos seres monstruosos! – Exclama o capitão.
-Pois é, agora é que vamos testar a coragem dele, pomo-lo a defrontar os monstros… – Disse o Hugo.
– Há, há, há, boa Hugo! – Exclamou, o Bruno.
Finda esta conversa toda, o capitão Gil Eanes subiu ao mastro real e disse:
– Terra à vista, terra à vista!
– Ele disse terra à vista, porque é que estão todos a correr? – Pergunta o Tiago.
– Sim, ele disse terra à vista, Tiago. – Diz o Carlos.
– Vamos ancorar o barco e parar! – Exclamou Eduardo.
– Não é melhor não. – Diz o Pedro Santos.
– Medricas, não sabes enfrentar o inimigo, mas em Ceuta estiveste bem. – Diz o Hugo.
Pararam e foram pela ilha dentro quando encontraram uma comunidade de indígenas,
não sabiam o que era aquilo e o Eduardo exclamou cheio de medo:
– Vamos embora, aquilo pode-nos engolir.
-Tarde de mais, o Hugo já está a falar com eles. – Diz o Carlos.
-Não Hugo, eles vão comer-te!, adorei conhecer-te mas vou pôr-me na alheta! – Diz o Eduardo.
– Malta, eles disseram que estamos nas ilhas Canárias e que não há monstros nenhuns mas há correntes e ventos fortes.
Passados alguns dias nas ilhas Canárias voltámos à viagem, durante a qual houve uma grande tempestade, onde nos vimos aflitos e o Eduardo ainda com a história dos monstros disse:
– Isto são efeitos do monstro das tempestades.
-Não há nenhuns monstros. – Diz o Carlos.
– Então é do sol. – Volta a dizer o Eduardo
Passados alguns meses tínhamos chegado a umas ilhas onde a cor dos humanos era preta e comentou-se que era mesmo do sol, mas um sábio explicou-nos que era próprio da raça e que não havia monstros.
Chegamos então um pouco depois do Cabo Bojador e voltámos para trás pois ali acabava o cabo e com ele todos os monstros.
– Viva, dobramos o cabo Bojador. – Exclamaram todos da tripulação em alegria!

Trabalho realizado por : Carlos Faro nº 6 e Hugo Silva nº 12, 5ºE

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A passagem do Cabo Bojador

Bernardo, nº 4, 5ºE

Bernardo, nº 4, 5ºE

Neste 3º período, os alunos do 5º ano foram convidados a navegar por mares nunca navegados e a passar com Gil Eanes o Cabo Bojador. Aqui ficam alguns dos testemunhos, relatos pessoais desta atribulada viagem. Como os textos eram extensos, ficam alguns excertos para vos encantar…

Fabiano, nº 6, 5º A

Fabiano, nº 6, 5º A

No ano de 1434, partimos com Gil Eanes, à descoberta de novas terras…

Num dia de muito nevoeiro, ao longe ouvíamos barulhos terríveis, o mar parecia estar revoltado com o vento, a madeira estalava, as ondas batiam nos rochedos, formavam rugidos medonhos que nos atormentavam.

Caiu a noite, o nevoeiro era ainda mais intenso e os ruídos também. Gil Eanes pediu-nos que tivéssemos calma, mas nós estávamos  tão obcecados que, não conseguíamos pensar noutra coisa. A noite estava cada vez mais escura, os nossos pensamentos eram cada vez mais arrepiantes e a barca parecia estremecer mais. Tudo o que girava à nossa volta era assustador e cada vez mais nos vinham à memória as lendas e outras coisas esquisitas que as pessoas contavam e quase não nos conseguíamos conter.

Nasceu o dia, o nascer do sol estava amarelo escuro, parecia que tudo tinha mudado e não havia vida e para nós só existia uma coisa, o medo. Quase sem darmos por isso, avistámos o Cabo Bojador, estava tudo silencioso, o mar estava calmo, as ondas quase não faziam barulho nas rochas e parecia não existir nenhum monstro naquele lugar. Apesar do sol estar fraco, nós continuávamos cheios de medo. Passámos o cabo e tudo parecia continuar normal e chegámos à conclusão  que as histórias que nos tinham contadas eram mentira. Não parecia acabar ali o mundo, não estávamos a ficar queimados, não havia precipício à vista, etc. Ao apercebermo-nos de tudo isto, ficámos tão contentes que quase o barco se afundava com os nossos saltos de alegria. Ficámos aliviados e desejosos de regressar a terra e contar todas as novidades. Gil Eanes ficou tão orgulhoso de nós que nos  deu uma recompensa ao dizer-nos que ficaríamos para sempre no fundo do seu coração. E foi assim a passagem do Cabo Bojador.

Ana Rita Sousa, nº 2, 5ºB  e Letícia Coelho, nº 10, 5ºB

Inês e Sara, 5º A

Inês e Sara, 5º A

(…) Avistámos o Cabo Bojador, queríamos voltar para trás mas não podíamos, o Infante D. Henrique ficaria desiludido. Alguns dos marinheiros esconderam-se no convés, outros começaram a rezar, até que o capitão disse:

–                     Agarrem-se marujos, aqui vamos nós! Se morrermos hoje, morremos com orgulho, porque somos os primeiros a ter coragem de desafiar este cabo.

Passámos o cabo e levámos rosas para provar que a partir dali, tudo era diferente das lendas contadas.

Carolina Correia, nº6, 5ºC e Neide Costa, nº 16, 5º C

Saí com outros navegadores e com o nosso capitão Gil Eanes com a rota definida – passar além do Cabo Bojador. Todos nós com um nó no estômago, não parávamos de pensar nos perigos que íamos passar e se algum iria voltar. (…)

Raquel, nº19, 5ºC e André Duarte, nº 5, 5º C

(…) No meio da viagem surgiu uma grande tempestade. Os ventos eram fortes, a chuva caía torrencialmente, as ondas tornaram-se perigosas e a nossa embarcação baloiçava sem rumo.  Quando a tempestade parou, tínhamos vários estragos e todos os marinheiros deitaram mãos à obra, na tarefa da limpeza e reconstrução. Assim seguimos viagem. (…)

Cátia Isabel Campos, nº 7, 5ºC

Maria José, nº 14, 5ºC

Maria José, nº 14, 5ºC

(…) Certa noite, o mar ficou muito perigoso, as ondas quase levavam e viravam o barco mas, com a força dos marinheiros e do seu capitão Gil Eanes conseguiram vencer as ondas e prosseguir viagem. No dia seguinte um grande rombo no barco. Homens a tirar água, outros a tapar o buraco. Todos pensavam no que mais poderia acontecer. Só faltava aparecer um dos tais monstros das histórias que já tinham ouvido.

Alexandre Pimentel, nº2, 5º C e Joana Marta, nº 11, 5º C

(…) Finalmente passámos o Cabo Bojador. Foi uma enorme satisfação para todos nós, pois tínhamos descoberto uma nova passagem para outros lugares e quebrado o feitiço daquele cabo.

Gabriel, nº 13, 5º C

(…)Passámos por inúmeros perigos, ventos fortes, correntes que teimavam em nos puxar, fome (éramos muitos e a comida escasseava), doenças e medo, muito medo do desconhecido. Mas, no Cabo Bojador, quando o nevoeiro desapareceu, vimos à nossa frente um mundo encantado, com flores e sem monstros à vista.

André Rodrigues, nº 4, 5º C e Pedro Santos, nº 18, 5º C

(…) Foram precisos 13 anos para dobrar o “maldito” Cabo Bojador e, este feito só foi conseguido graças à grande coragem do nosso capitão Gil Eanes.

Daniel Aguiar, nº 8, 5ºC

(…) A partida foi difícil, com muitas lágrimas e abraços pois era uma viagem difícil e quem sabia se não regressávamos. Despedidas feitas lá partimos rumo ao Cabo Bojador. Tantos já tinham tentado sem o conseguirem… (…)

Vanessa Varela, nº 20, 5ºC

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Entrevista a um soldado que participou na guerra colonial

– Nome e idade
José Paulo e tenho 56 anos.
Local onde cumpriu serviço militar
Em Timor em 1974 e 1975.
Que armas utilizou?
Utilizei granadas de mão, G3 e morteiro 60 e 80.
Que histórias tem da guerra?
Nos tempos maus e mais difíceis, chegámos a estar cerca de 6 horas debaixo de fogo, em Díli, capital de Timor. Nos tempos bons, fazíamos jogos e tentávamos esquecer a guerra.
Que tipo de serviço fazia na guerra colonial?
Era primeiro cabo e padeiro.
Teve madrinha de guerra?
Não.
O que sentia quando estava em Timor?
Nos não sentíamos grande coisa, pois eram tempos confusos, nem tínhamos qualquer influência nas decisões.
O que lhe aconteceu no final?
Fomos mandados evacuar para a Austrália numa barcaça sem luz, por “motivos de estado”, pois eles mandaram arranjar soldados que servissem  de “carne para canhão” e por isso, nós fugimos.
Entrevista feita por: Tiago  Lopes, nº 19, 6ºF

– Nome e idade

José Paulo e tenho 56 anos.

Local onde cumpriu serviço militar

Em Timor em 1974 e 1975.

Que armas utilizou?

Utilizei granadas de mão, G3 e morteiro 60 e 80.

Que histórias tem da guerra?

Nos tempos maus e mais difíceis, chegámos a estar cerca de 6 horas debaixo de fogo, em Díli, capital de Timor. Nos tempos bons, fazíamos jogos e tentávamos esquecer a guerra.

Que tipo de serviço fazia na guerra colonial?

Era primeiro cabo e padeiro.

Teve madrinha de guerra?

Não.

O que sentia quando estava em Timor?

Nos não sentíamos grande coisa, pois eram tempos confusos, nem tínhamos qualquer influência nas decisões.

O que lhe aconteceu no final?

Fomos mandados evacuar para a Austrália numa barcaça sem luz, por “motivos de estado”, pois eles mandaram arranjar soldados que servissem  de “carne para canhão” e por isso, nós fugimos.

Entrevista feita por: Tiago  Lopes, nº 19, 6ºF

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35 anos do 25 de Abril

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No dia 24 de Abril, integrado nas comemorações dos 35 anos do 25 de Abril, os alunos do 6º, 8º e 9º anos tiveram oportunidade de assistir no Cine -Teatro a uma sessão com o Coronel Diamantino Gertrudes da Silva, interveniente activo na revolução ocorrida em 1974.

Foi como “Capitão de Abril” que nos emocionou com as suas memórias e com elas nos transmitiu uma verdadeira lição de História, contada na primeira pessoa, com  entusiasmo, com o sentimento de quem participou num acto grandioso e, ao mesmo tempo, uma certa saudade, do sabor, do gosto  e da frescura da liberdade acabada de conquistar.

O Agrupamento de Escolas de Sátão e os professores do Departamento de Ciências Sociais e Humanas, agradecem ao coronel Gertrudes da Silva a sua presença que muito nos honrou, o testemunho sobre o seu contributo no 25 de Abril de 1974 e a mensagem transmitida sobre a liberdade conquistada que queremos preservar.

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