De Portugal às ilhas Canárias e ao Cabo Bojador

Ana Inês e Matilde, 5ºB

Ana Inês e Matilde, 5ºB

Lá íamos nós em direcção ao cabo Bojador, quando o marinheiro Carlos pergunta:
– Senhor capitão, e se o monstro das cabeças nos engole?
– E se o monstro da serpente nos ataca? – pergunta o marinheiro Bernardo.
-Já que tu és o nosso corajoso Bernardo, dá-me uma ideia para podermos derrotar esses terríveis e medonhos seres monstruosos! – Exclama o capitão.
-Pois é, agora é que vamos testar a coragem dele, pomo-lo a defrontar os monstros… – Disse o Hugo.
– Há, há, há, boa Hugo! – Exclamou, o Bruno.
Finda esta conversa toda, o capitão Gil Eanes subiu ao mastro real e disse:
– Terra à vista, terra à vista!
– Ele disse terra à vista, porque é que estão todos a correr? – Pergunta o Tiago.
– Sim, ele disse terra à vista, Tiago. – Diz o Carlos.
– Vamos ancorar o barco e parar! – Exclamou Eduardo.
– Não é melhor não. – Diz o Pedro Santos.
– Medricas, não sabes enfrentar o inimigo, mas em Ceuta estiveste bem. – Diz o Hugo.
Pararam e foram pela ilha dentro quando encontraram uma comunidade de indígenas,
não sabiam o que era aquilo e o Eduardo exclamou cheio de medo:
– Vamos embora, aquilo pode-nos engolir.
-Tarde de mais, o Hugo já está a falar com eles. – Diz o Carlos.
-Não Hugo, eles vão comer-te!, adorei conhecer-te mas vou pôr-me na alheta! – Diz o Eduardo.
– Malta, eles disseram que estamos nas ilhas Canárias e que não há monstros nenhuns mas há correntes e ventos fortes.
Passados alguns dias nas ilhas Canárias voltámos à viagem, durante a qual houve uma grande tempestade, onde nos vimos aflitos e o Eduardo ainda com a história dos monstros disse:
– Isto são efeitos do monstro das tempestades.
-Não há nenhuns monstros. – Diz o Carlos.
– Então é do sol. – Volta a dizer o Eduardo
Passados alguns meses tínhamos chegado a umas ilhas onde a cor dos humanos era preta e comentou-se que era mesmo do sol, mas um sábio explicou-nos que era próprio da raça e que não havia monstros.
Chegamos então um pouco depois do Cabo Bojador e voltámos para trás pois ali acabava o cabo e com ele todos os monstros.
– Viva, dobramos o cabo Bojador. – Exclamaram todos da tripulação em alegria!

Trabalho realizado por : Carlos Faro nº 6 e Hugo Silva nº 12, 5ºE

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