A passagem pelo Cabo Bojador

No século XV saímos de Portugal, eu Gil Eanes e outros marinheiros. Não sabíamos ao certo os perigos que iríamos passar.
Quando partimos passámos por ventos e correntes marítimas que quase nos viravam.
Como éramos bastantes pessoas, a comida já era pouca e então resolvemos pescar. Mas não tivemos muita sorte, segundo o relógio de sol, em duas horas apanhámos pouco peixe, mas o que apanhámos ainda dava para aliviar a fome.
Como havia muito nevoeiro por vezes íamos por outro caminho, mas quando dávamos conta voltávamos ao percurso.
Passámos  por  muitos perigos e, quando chegámos ao Cabo Bojador sentíamos um pouco de medo, apesar de ninguém admitir.
Era muito nevoeiro, os barulhos ouviam-se ao longe. Mas nós éramos obrigados a passar, enchemo-nos de coragem e lá fomos nós.
Quando o nevoeiro passou vimos um mundo encantado, cheio de flores e com um cheiro muito agradável.
E ao fim de olharmos para todas aquelas flores, vezes sem conta pegámos em algumas para provar que passámos o Cabo e voltámos para Portugal.
Na volta vínhamos tão entusiasmados que mesmo quando o vento estava do nosso lado quisemos remar.
Quando chegámos ninguém queria acreditar, mas quando viram as flores ficou toda a gente de boca aberta.

Trabalho realizado por:
André Filipe Gomes Rodrigues, nº 4, 5º C
Pedro Miguel da Fonseca Santos, nº 18, 5º C

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