Monthly Archives: Novembro 2010

A minha vida como Recolector

Mais uma vez vamos caçar, para sustentar a família.

Primeiro vamos desenhar na parede da nossa gruta para dar sorte aos homens que vão caçar enquanto nós mulheres vamos apanhar alguns alimentos que nos dá a Mãe Natureza. Quando eles chegaram da caça, vão fazer a fogueira com paus enquanto nós “mulheres” vamos tirar a pele, raspar a gordura, tirar a carne e aproveitar os ossos do animal.

Depois vamos pôr a pele ao sol para secar, e no final servir para fazermos roupa.

Quando anoitecer vamos comer e aquecermo-nos para dentro da gruta.

No final da noite vamos dormir, porque no dia seguinte é preciso forças para continuar.

Amanhã os homens vão pescar para termos algum peixe para comermos.

Carolina   Costa, nº 9, 5º B

Carolina Costa, 5º B

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A minha vida como nómada

 

Se eu fosse nómada faria vários instrumentos de pedra, de madeira e de ossos de animais que matava para assim me poder alimentar.

Como nómada, percorreria várias terras para construir um pouco a minha vida e para fugir aos climas frios. Nessas terras construía tendas com paus e peles de animais que se assemelhava a uma habitação de verdade para assim passar a minha noite um pouco mais quente.

Antes do nascer do sol, saía da minha tenda e ia à caça. Levava comigo arpões, setas e ia pela floresta adentro com os meus colegas. O nosso objectivo era conseguir caçar um número elevado, entre dois a três animais que assim nos podiam alimentar. Poderíamos construir novos abrigos, fazer mais instrumentos de caça dando um maior conforto à nossa comunidade. Mal chegávamos à floresta, começava, juntamente com os meus colegas, a escavar a terra até ficar funda para nos escondermos lá dentro e surpreendermos os animais e assim temos mais facilidade em conseguir matá-los.

Gostava de ser o chefe da tribo porque assim, na caça quando aparecesse um animal diria: “Vamos camaradas, em frente! Toca a matar!”. Este momento acho que é muito divertido porque mostra que todos estão juntos, todos trabalham para um fim, com o objectivo de arranjar alimento para a povoação e como eu tenho uma vozinha um bocado aguda, toda a gente ouvia as minhas instruções e punham-nas em prática.

Faria questão de transportar o animal às costas para mostrar a minha grandeza, a minha força e assim conquistar as mulheres nómadas. Neste tempo, também era importante manter a sequência de família em progresso, os nómadas tinham de continuar, tinha de haver rebentos. Assim ensinaria os meus filhos a serem fortes como eu, a caçarem tão bem quanto eu e o mais importante em terem orgulho em ser nómada.

A minha vida era essencialmente à roda da família, da caça, da pesca, dos alimentos vegetais, Viajava muito, pois nunca passava o resto da vida no mesmo local, iria para terras distantes, mais quentes se fosse possível, e com isso conseguiria uma melhor vida pois com as adaptações das outras terras, com as experiências que já tive, podia concluir instrumentos melhores para a caça, pesca… Também evoluía no meu aspecto físico, seria mais ágil. No vestuário começava a usar uma saia com as peles de animais, a vida começava a evoluir.

Nesta vida não havia guerras, nem crise. Aqui sim, tinha uma vida tranquila.

Rúben Girão, nº 24, 5º A

 

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As Comunidades Recolectoras

Ana Beatriz - 5º B, nº 1

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Os Recolectores

José Fonseca - 5ºB

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A minha vida como recolectora

Francisca - 5º B

Nasci há muitos milhares de anos numa comunidade recolectora.Desde muito pequenina que a minha vida é muito dura. Como sobretudo raízes e frutos que apanhamos na natureza. Os homens da comunidade vão durante muitos dias à caça e, com sorte, trazem animais grandes como um mamute e enchem a barriga de todos. Em dias mais azarados temos umas ratazanas para comer. Quando está bom tempo vivemos em tendas mas se faz frio ou chove vamos para as cavernas. O fogo é um bem muito precioso que nos ajuda a cozinhar, a aquecer e a assustar os animais selvagens. Quando os alimentos acabam mudamo-nos para outras terras.
Jéssica Filipa Figueiredo, 5º C

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A minha vida como recolectora

Letícia – 5ºB

Há milhares de anos o homem e a mulher surgiram em África. Mais tarde expandiram-se pela Europa, chegando assim a Península Ibérica.Como forma de sobrevivência, caçavam, pescavam e recolhiam raízes e frutos silvestres.Dentro da comunidade a mulher tinha como função de recolher raízes e frutos silvestres.Eram os chamados homens e mulheres Recolectores ou seja faziam a recolha de várias coisas, alimentos como forma de sobreviver.Os instrumentos que utilizavam, para fazer as várias tarefas, caçar, pescar…, eram feitos de pedra como as bifaces e as pontas de lança, e de osso como os arpões.Quando deixava de haver alimento, naquela região, o grupo partia para outro sítio, em busca de mais alimento ou seja deslocavam-se em função das necessidades de alimentação – Nómada. No Verão, viviam ao ar livre ou em tendas e faziam fogueiras para cozinhar e aquecer. No Inverno, devido às condições atmosféricas era necessário encontrar outro tipo de abrigo, cavernas.Os ursos eram expulsos através de fogo. Era assim a vida de uma comunidade recolectora.

Ana Catarina da Silva MonteiroAno: 5º Turma: B

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Quando eu era recolector

Jorge

No tempo em que era recolector, eu, o João, vestia-me com folhas de árvores e outras plantas e também me aquecia com penas de aves e pêlos de animais mamíferos.Eu e a minha família alimentávamo-nos de vários animais, peixes, cabras, cavalos e outros. Também nos alimentávamos de frutas, plantas, ovos e outros alimentos.A nossa habitação era em tendas, grutas e ao ar livre quando estava mais calor.Quando nos abrigávamos em grutas, afugentávamos os animais mais ferozes que lá habitavam utilizando o fogo, lanças, setas e outras armas.Utilizávamos o fogo para nos aquecermos, afugentarmos os animais mais ferozes, para iluminar as grutas e para cozinhar os animais caçados.Nós, costumávamos caçar  tudo o que aparecia pois a fome apertava.Dos animais que caçávamos, aproveitávamos a pele para nos aquecermos, a carne para comermos e também comíamos a parte de dentro dos ossos.A nossa vida era agitada, mas divertida.

João Miguel Martins Machado  Nº13   5ºA

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