A minha vida como nómada

 

Se eu fosse nómada faria vários instrumentos de pedra, de madeira e de ossos de animais que matava para assim me poder alimentar.

Como nómada, percorreria várias terras para construir um pouco a minha vida e para fugir aos climas frios. Nessas terras construía tendas com paus e peles de animais que se assemelhava a uma habitação de verdade para assim passar a minha noite um pouco mais quente.

Antes do nascer do sol, saía da minha tenda e ia à caça. Levava comigo arpões, setas e ia pela floresta adentro com os meus colegas. O nosso objectivo era conseguir caçar um número elevado, entre dois a três animais que assim nos podiam alimentar. Poderíamos construir novos abrigos, fazer mais instrumentos de caça dando um maior conforto à nossa comunidade. Mal chegávamos à floresta, começava, juntamente com os meus colegas, a escavar a terra até ficar funda para nos escondermos lá dentro e surpreendermos os animais e assim temos mais facilidade em conseguir matá-los.

Gostava de ser o chefe da tribo porque assim, na caça quando aparecesse um animal diria: “Vamos camaradas, em frente! Toca a matar!”. Este momento acho que é muito divertido porque mostra que todos estão juntos, todos trabalham para um fim, com o objectivo de arranjar alimento para a povoação e como eu tenho uma vozinha um bocado aguda, toda a gente ouvia as minhas instruções e punham-nas em prática.

Faria questão de transportar o animal às costas para mostrar a minha grandeza, a minha força e assim conquistar as mulheres nómadas. Neste tempo, também era importante manter a sequência de família em progresso, os nómadas tinham de continuar, tinha de haver rebentos. Assim ensinaria os meus filhos a serem fortes como eu, a caçarem tão bem quanto eu e o mais importante em terem orgulho em ser nómada.

A minha vida era essencialmente à roda da família, da caça, da pesca, dos alimentos vegetais, Viajava muito, pois nunca passava o resto da vida no mesmo local, iria para terras distantes, mais quentes se fosse possível, e com isso conseguiria uma melhor vida pois com as adaptações das outras terras, com as experiências que já tive, podia concluir instrumentos melhores para a caça, pesca… Também evoluía no meu aspecto físico, seria mais ágil. No vestuário começava a usar uma saia com as peles de animais, a vida começava a evoluir.

Nesta vida não havia guerras, nem crise. Aqui sim, tinha uma vida tranquila.

Rúben Girão, nº 24, 5º A

 

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