Monthly Archives: Outubro 2013

O menino das cavernas

Era o tempo das cavernas e eu vivia numa gruta espaçosa com a minha comunidade.

Certo dia enquanto íamos a caminhar, vimos um animal morto no chão com uma lança de pedra espetada.

Então comentamos:

-Não somos os únicos que habitamos nesta terra.

Continuámos o caminho e encontrámos mais alimento.

Na gruta, à noite, fiz fogo para preparar o meu jantar. Enquanto assava a carne fui apanhar frutos.

Encontrei um animal e matei-o para lhe tirar a pele.

No dia seguinte fui dar uma volta e encontrei o inimigo, uma outra comunidade recoletora que estava a preparar um ataque.

Então fugi para a minha caverna e enquanto passavam eu observava com atenção.

Com o passar do tempo comecei a ganhar mais coragem e fui crescendo até ficar adulto. A minha vida como menino das cavernas terminou mas não ficou mais fácil, acreditem!

João Miguel Castanheira, 5ºB

Categories: Primeiros Povos | 3 comentários

Vivo numa comunidade recoletora

recoletores_ines

Categories: Primeiros Povos | Deixe um comentário

A nossa comunidade recolectora

Somos duas meninas que vivemos numa comunidade recolectora. Enquanto recolhemos frutos os homens vão à caça. Estamos sempre a deslocarmo-nos de um lado para o outro porque somos nómadas  e vivemos do que a natureza nos dá.

No inverno vamos para as grutas e retiramos de lá os ursos com fogo . Muitas vezes fazemos gravuras rupestres nas rochas para nos dar sorte nas caçadas . Pescamos peixes com os arpões que fazemos à mão pois nesta altura não há supermercados para ir comprar uma cana de pesca nem tão pouco ir ao peixe.

A nossa vida, como nómadas, é muito difícil porque quando o alimento acaba no lugar onde estamos, temos de ir para outras terras.

Gosto de ser nómada em algumas coisas porque é bom conhecer sítios novos mas, noutras  nem por isso, porque é uma vida muito complicada.

 

                                                      Carolina Fernandes, nº2, 5º B

Isa Pereira, nº 9, 5º B

Categories: Primeiros Povos | 2 comentários

Vivo numa comunidade recoletora

Vivo numa comunidade recoletora, e eu que sou o Rodrigo e o meu companheiro David, andávamos à procura de uma gruta para vivermos com a nossa comunidade.

Depois de algumas horas de procura da gruta, encontramo-la mas havia lá um problema, estava lá uma ursa e que tinha lá umas pequenas crias.

Seguidamente pegámos num pau fizemos uma lança entrámos na gruta e matámos a ursa e as suas crias. Essa comida durou para algum tempo, mas depois de acabar a comida tivemos de caçar. Procurámos um mamute, fizemos um buraco no chão e levamo-lo para lá. Depois de caçado tivemos comida para bastante tempo.

Quando a comida acabou não encontrávamos animais naquela zona. Tivemos de partir. Caminhamos até não poder mais e acampamos num local estranho perto da floresta. De noite trovejou e uma parte da floresta ardeu. No dia seguinte passamos pela floresta dentro e, encontramos uma lebre esturricada. Comemo-la e sabia melhor do que lebre crua. Então tentamos várias formas de fazer aquilo até que a determinada altura fizemos fogo e uma lebre descuidada queimou-se e ficou assada assim descobrimos o fogo.

Rodrigo da Costa Bernardo 5º B nº 18

David Figueiredo 5º B nº 4 

Categories: Primeiros Povos, Uncategorized | 1 Comentário

Se fosse um homem das cavernas

Se eu fosse um homem das cavernas não vivia numa casa de tijolos e cimento, com muitas divisões e nem me deslocava de carro. A minha casa seria uma gruta com o chão forrado de palha ou peles para dormir quentinho. Eu vivia em grupo, homens, mulheres e crianças todos juntos. As ferramentas que teríamos seriam lanças para caçar e pescar. Não saberia cultivar as terras e teria de me deslocar para procurar comida. As roupas seriam feitas com as peles dos animais que caçávamos e com folhas secas. Quando alguém adoecesse não haveria médico, nem medicamentos e nem máquinas para fazer exames. Viveríamos sem tecnologia mas mais em sintonia com a natureza. O sol e as estrelas seriam o nosso relógio. A caverna o nosso refúgio e abrigo. A nossa comunidade dar-nos-ia proteção e apoio quando estivéssemos feridos. Como somos nómadas, quando tínhamos de mudar de lugar não precisávamos de construir outra casa, era só procurar outra caverna ou montar tendas.

Sérgio Tavares, n.º 20 do 5ºB

Categories: Primeiros Povos, Uncategorized | Deixe um comentário

Rosa dos Ventos – Alunos do 5.º Ano

Estes foram os trabalhos realizados pelos alunos do 5.º ano da Escola Básica Ferreira Lapa, no âmbito do estudo da orientação. Parabéns pela criatividade e empenho.

Categories: Geografia | 3 comentários

Site no WordPress.com.