Monthly Archives: Novembro 2013

Soult – Comandante da 2ª invasão francesa

SOULT

Jean de Dieu Soult nasceu no ano de 1769.
Napoleão responsabilizou este militar de nacionalidade francesa de comandar as tropas francesas e invadir Portugal em 1809,  após ter dado provas que era competitivo na batalha de Austrelitz.
Começou por tomar Chaves, e a seguir Braga. Quando entrou no Porto encontrou os populares em alvoroço. Milhares de pessoas morreram ao tentar atravessar o rio numa ponte improvisada por barcas, ficando esta história a ser conhecida como o Desastre da Ponte das Barcas.

Jean de Dieu Soult provavelmente teria ideias de se tornar Rei de Portugal. Mas os portugueses contra atacaram com a ajuda dos Ingleses obrigando Soult a recuar juntamente com as tropas francesas para Espanha.

Jean de Dieu Soult voltou a Portugal na terceira invasão francesa mas esta era comandada por Massena também este, um general francês.

Mais uma vez as tropas francesas foram derrotadas.
Antes de morrer, Jean de Dieu Soult, foi designado marechal-general de França.
Soult morreu eu 1851.

Trabalho realizado por: Gonçalo Figueiredo Dias, nº5, 6ºE

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Junot

Captura de ecrã 2013-11-25, às 14.06.50

Nasceu a 23 de Outubro de 1771 em Bussy-le-Grand (França).
Filho de um lavrador da Borgonha, tendo feito alguns estudos de direito, inscreveu-se em 1791 num regimento de voluntários, onde se tornou conhecido por ” Junot La Tempête”.

Sargento desde 1792, foi escolhido pelo Napoleão para seu ajudante. Impressionado pela sua coragem este promoveu-o a capitão e seu ajudante-de-campo. Em 1798 foi promovido a general de brigada. Em Abril de 1799 perto de Nazaré, derrotou uma força turca de 10.000 homens muito superior ao seu pequeno destacamento de 500 soldados de cavalaria.

Em 1800 é nomeado Governador de Paris e em 1801 é general de divisão. Em 1804, sendo primeiro ajudante-de-campo de Napoleão, é nomeado Coronel-General dos Hussardos, uma das dignidades militares criadas por Napoleão.

Em 1805 foi embaixador em Lisboa, abandonando Portugal para acompanhar o Imperador na campanha de 1805 na Alemanha, tendo estado presente na batalha de Austerlitz.

Em 1806 é de novo nomeado Governador Militar de Paris. Em 1807 foi escolhido para Comandante-em-chefe do Corpo de Observação da Gironda, e à frente deste exército ocupou a parte central de Portugal. Em Março de 1808 é feito duque de Abrantes.
Obrigado a restringir a sua ocupação à região à volta de Lisboa, devido à revolta popular de Maio desse ano, foi derrotado em Agosto no Vimeiro por um exército britânico comandado pelo futuro duque de Wellington.

Em 1810 comanda de novo o 8º Corpo no Exército de Portugal de Massena, sendo ferido gravemente em Rio Maior. Em 1812 é comandante do 2º Corpo do Grande Exército. Em 1813 é nomeado Governador de Veneza e interinamente das Províncias Ilíricas, dando mostras públicas de loucura, quando aparece num baile completamente nu. De regresso a França, a casa do pai, atira-se de uma janela e morre dos ferimentos provocados pela queda, em 29 de Julho de 1813.

Trabalho realizado por:Pedro Gomes, nº12, 6ºE

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Os romanos na Península Ibérica

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Os romanos vieram de Roma para a Península Ibérica, dominaram um território à volta do mar Nostrum. As razões para virem para a Península  foram: as riquezas; a boa localização geográfica .

Os romanos chegaram em 218 a.C. e ficaram durante 600 anos. Eles tinham um exército bem disciplinado e bem equipado. O seu equipamento era constituído por: armaduras, elmo , escudo  grande e retangular , com uma lança e um punhal. Para os romanos poderem conquistar a Península Ibérica tiveram de matar Viriato. As estradas serviam para facilitar os romanos de impedirem uma guerra e a língua servia para se entenderem no comércio. Os romanos deixaram algumas palavras mater- mãe, aqua- água, pater- pai. Também nos deixaram a numeração romana   que serviam de números. As vias de comunicação serviam para a ligação das partes do império ,eles deixaram-nos alguns vestígios como por exemplo : aquedutos ,  palácios, estradas, pontes…

O comércio servia para as pessoas comprarem coisas com as moedas romanas e na agricultura produziam  vinho, trigo e azeite. Desenvolveram a pecuária, a indústria de olaria e de salgas de peixe   e a tecelagem. O cristianismo espalhou-se por todo o império romano.

Beatriz Esteves

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Napoleão Bonaparte

Captura de ecrã 2013-11-24, às 20.52.54

Napoleão Bonaparte nasceu a 15 de agosto de 1769 em Córsega (França) e morreu em 1 de maio de 1821.
Foi um dos maiores mitos da História. Imortalizou o seu nome por meio de suas conquistas. Foi um líder político e militar durante a revolução francesa.
Napoleão foi promovido rapidamente, mas depois substituído das suas funções de comando e mesmo preso.
Napoleão, com ascendência da nobreza italiana foi treinado como oficial de artilharia na França continental.
Ganhou destaque no âmbito da Primeira República Francesa e liderou com sucesso várias campanhas. Em 1799, liderou um golpe de Estado e instalou-se como primeiro cônsul.  Na primeira década do século XIX, o império francês sob o seu comando envolveu-se em uma série de conflitos com todas as grandes potências europeias, as Guerras Napoleónicas.
Após uma sequência de vitórias, a França garantiu uma posição dominante na Europa continental, e Napoleão manteve a esfera de influência da França, através da formação de amplas alianças e a nomeação de amigos e familiares para governar os outros países europeus como dependentes da França.
Constituiu um império que deu um contributo decisivo para a formação de países como a Grécia, a Itália e a Alemanha, por ter unificado os territórios que se encontravam politicamente fragilizados, e ter contribuído para o surgimento de sentimentos nacionalistas.
As campanhas de Napoleão são até hoje estudadas nas academias militares de quase todo o mundo.

 

Trabalho realizado por: Inês da Costa Rodrigues 6.ºC, n.º9

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Manuel Fernandes Tomás

Nasceu na Figueira da Foz, em 30 de Junho de 1771, e faleceu em Lisboa em 19 de Novembro de 1822.

De família burguesa, fez o bacharelato em Direito em 1791, tendo ingressado na magistratura em 1801, sendo o seu primeiro cargo o de Juiz de Fora de Arganil.

Colaborou com o exército luso-britânico durante as invasões francesas.

Aderiu às ideias liberais e fundou o Sinédrio em 1818, com Ferreira Borges, Ferreira Viana e Silva Carvalho, organização que preparou a revolução para pôr fim à monarquia absoluta.

Após a revolução liberal de 1820, fez parte da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, criada no Porto,  que administrou o Reino tendo sido encarregue dos negócios do Reino e da Fazenda.

Fernandes Tomás fez parte da comissão encarregada de elaborar as bases da Constituição de D. João VI, tendo participado ativamente na construção de um Portugal novo.

Esta Constituição estabelecia a soberania da nação (o poder do rei devia submeter-se à vontade dos cidadãos, através do voto); a separação de poderes (legislativo, executivo, judicial); a igualdade e liberdade dos cidadãos face à lei.

 Maria João A. F. Costa – Nº14 – 6ºC

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Se eu fosse lusitano

Se eu fosse um lusitano e estivesse a ser atacado pelos romanos iria logo equipar-me com o meu escudo, com a minha espada, com o meu cinto de couro, a minha lança e com o meu capacete.

De seguida iria preparar com os meus companheiros uma estratégia de combate para derrotar os romanos. Depois iria chamar os meus tropas para combater o povo que nos ameaçava. Em seguida iria montar armadilhas para ajudar no combate aos romanos.

Quando tivesse acabado ia esconder-me para atacá-los com pedras que eu mandava de cima dos montes e que eles pensavam que vinham do céu porque quando olhariam para cima não veriam ninguém pois estaríamos muito bem escondidos.

Nós saberíamos que os romanos teriam uma boa estratégia mas nós íamos confiantes para aquela batalha tão importante.

No entanto nós teríamos uma boa vantagem na batalha, porque o terreno era aos montes e os romanos não estavam habituados, porque normalmente os terrenos que eles conquistaram eram mais ou menos planas.

Quando iriamos ver os romanos a chegar era sinal que a batalha iria começar.

Nós iriamos mandar-lhes pedras e pôr as nossas armadilhas a funcionar.

Na verdade andámos nesta luta mais de cem anos mas os romanos não desistiram  e conseguiram conquistar a Península Ibérica.

Rafael dos Santos Coelho, 5 E

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Manuel Fernandes Tomás

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Manuel Fernandes Tomás nasceu a 30 de junho de 1771 na Figueira da Foz e faleceu em Lisboa a 19 de novembro de 1882.

Era de família burguesa, licenciou-se em Direito em 1791, tendo feito o mestrado em 1801, sendo o seu primeiro cargo o de Juiz.

Durante as invasões francesas deu uma valiosa colaboração ao exército aliado.

Eleito deputado às Cortes Constituintes, elaborou as bases da Constituição que D. João VI jurou em 1821.

Foi a figura principal da revolução de 1820. Após a revolução liberal foi encarregue dos negócios do Reino e da fazenda.

Trabalho realizado por Vera Silva nº 19, 6ºD

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Lusitanos e romanos

Se eu fosse um Lusitano, viveria num castro, no cimo de um monte, na região do atual Sátão.

Todos nós viveríamos bem até à chegada dos Romanos, mas nós fazíamos-lhes a vida difícil com as nossas armadilhas e emboscadas.

Até que um dia, os romanos, cansados de lutar e  de não conseguir vencer os Lusitanos, ofereceram a mim e a outro meu amigo umas moedas romanas em troca de matarmos o nosso chefe Viriato. É claro que eu não cedi mas o outro lusitano deixou-se convencer e quando Viriato dormia matou-o e, assim, 200 anos passados os romanos lá conseguiram conquistar esta nossa terra.

Rui Pedro Correia, nº18, 5ºE

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Viriato, um guerreiro Lusitano

Eu era apenas um pastor, habituado desde criança a percorrer as altas montanhas do Hermínio (actual Serra da Estrela), onde nasci, e conheci como a palma das minhas mãos. Foi naquelas montanhas que tivemos mais dificuldades na nossa luta para derrotar os romanos. À minha terra natal, a localidade mais próxima do ponto mais alto, nós lusitanos pusemos o nome de Lorica, nome da antiga couraça guerreira. Os Hermínios foram a maior Fortaleza, e o coração da Lusitânia. Todos os grandes historiadores antigos, elogiam as minhas grandes qualidades. Destaco-me pela minha inteligência, o meu humanismo, a minha capacidade de liderança e a minha grande visão de estratega militar e político. Como líder dos Lusitanos, antepassados dos Portugueses, só conseguimos vencer recorrendo à vergonhosa traição cobarde. Eu, tal como outras grandes figuras que ficaram na história, tinha origens humildes. Assim fiquei conhecido como a primeira figura da nacionalidade lusa, seguida pela figura de D. Afonso Henriques.

Bruna Sousa Almeida, nº3, 5ºE

Estátua de Viriato em Viseu, o nosso distrito

Estátua de Viriato, localizada no nosso distrito, Viseu

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Lusitanos

Eu chamo-me Renata, sou uma Lusitana, vivo nos montes de  Satão, numa casa de pedra e de palha, com uma pequena fresta a servir de janela.  A porta é feita de madeira e em volta das casas temos  um muro de pedra para proteger o castro do perigo.

Na minha aldeia os terrenos são aos altos e baixo, e quando os romanos chegaram à minha aldeia, como estavam habituados a terrenos direitos, cansavam-se a subir os montes. Enquanto seguiam caminho, eu e os outros lusitanos escondíamo-nos e atirávamos-lhes pedras. Quando estas lhes caíam em cima da cabeça eles ficavam meios zonzos pois os seus capacetes não eram fortes para aguentar o impacto da pedra. Eles bem tentavam ver de onde surgiam aquelas pedras, que lhe caíam na cabeça, mas não viam nada, pois nós escondíamo-nos atrás dos penedos, dos arbustos e das casas.

Como não conseguiram conquistar a minha aldeia, os romanos viram-se obrigados a deixá-la e assim vivemos em paz e alegria, pelo menos por algum tempo.

Renata Lemos Oliveira, nº 16, 5º E

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História de uma menina lusitana

 

Chamo-me Beatriz  e pertenço à grande tribo ibérica dos lusitanos. Nasci numa época de muitas lutas e muita disputa pois os romanos querem roubar as nossas terras e obrigarem-nos a viver no seu modo de vida e pior do que isso, escravizar-nos. Felizmente somos um povo muito lutador com grandes guerreiros que nunca desistem lutando sempre até á morte.

Como sou uma menina não posso ser um dia um grande guerreiro como o meu irmão e o meu pai mas desempenho outras tarefas que também são muito importantes para o bem de todos como por exemplo: cuidar do gado, recolher lenha e frutos silvestres e às vezes o meu irmão leva-me para o ajudar a colocar armadilhas contra os romanos.

A nossa aldeia fica no cimo de um monte para dificultar os ataques dos inimigos. As nossas casas são construídas com granito para serem resistentes emboras sejam um bocado frias ,o que vale é a lareira que aquece na estação fria e é também o local onde cozinhamos. É uma vida muito dura, mas vale a pena para defender a nossa independência!

    Beatriz Pinto Esteves, nº2, 5º E

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