Monthly Archives: Dezembro 2013

Quem nos visitou em 2013

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A New York City subway train holds 1,200 people. This blog was viewed about 6,600 times in 2013. If it were a NYC subway train, it would take about 6 trips to carry that many people.

Click here to see the complete report.

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A minha vida de camponês

vida no campo (2)

Se eu vivesse no século XIX e fosse um camponês, viveria numa casa com uma só divisão juntamente com a minha numerosa família. Seriamos pobres. Uma vez por semana, a minha mãe  iria ao forno da aldeia cozer o pão que racionava  muito bem durante o resto da semana. De vez em quando lá veria um bocadito de sardinha.

Durante a semana, exceto ao domingo iria acordar muito cedo, comer uma côdea de pão e partir para os trabalhos do campo. À noite, era uma sopita e estava na hora de dormir. Ao domingo iria à missa, o único dia em que não se ia ao campo e à tarde iria até à taberna da aldeia conviver com outros homens.  Quando depois da janta me deitasse pensaria “Amanhã já é dia de trabalho”.

O que  me causaria mais impressão seria o cheiro horrível das pessoas pois a higiene seria muito pouca.

 

Diogo Gomes, nº4, 6ºE

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Camponeses no século XIX

folclore

Somos camponeses e vivemos na segunda metade do século XIX. Temos uma vida muito difícil, a nossa casa só tem uma divisão onde cozinhamos, comemos e dormimos. Trabalhamos do nascer ao pôr do sol, é um trabalho muito esforçado e chegamos à noite muito cansados.

Levantamo-nos sempre muito cedo  para ir trabalhar, alimentamo-nos sobretudo de pão e sopa. O pão, são as nossa mulheres que o cozem no forno comunitário lá da aldeia e tem de chegar para toda a semana e para todos, apesar das nossas famílias serem numerosas.

As nossas roupas são pobres  e muitas delas andam remendadas pelo uso, mas ao domingo, quando vamos à missa temos uma roupa mais apresentável e em melhores condições.

Criamos o gado das outras pessoas em terras onde há boa erva para eles comerem.

Não sabemos ler nem escrever, por isso pedimos que nos leiam as cartas dos familiares que nos enviam notícias de longe.

Não temos grandes diversões apenas nas festas religiosas é que jogamos à barra e ao fito. Também temos bailes de vez em quando onde dançamos alegremente.

Ao domingo de manhã vamos à missa e à tarde as nossas mulheres aproveitam para as lides da casa ou vão lavar a roupa no rio. Também convivemos quando vamos ao mercado/feira, nas ceifas, nas vindimas ou nas desfolhadas.

Às vezes vamos à taberna para beber uns copitos e conversarmos.

A nossa vida é complicada mas também encontramos formas de nos divertirmos com muitas coisas e com muitas pessoas.

 Gonçalo Dias, nº 5  e Gonçalo Silva, nº 6 – 6º E 

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A minha vida no século XIX

assoalhando o linho

Sou uma camponesa e vou-vos contar alguns aspetos da minha vida quotidiana, que se passa na segunda metade do século XIX.

Acordo às 5:30 da manhã todos os dias, ainda antes de nascer o sol. Às vezes vou lavar roupa no rio mas na maioria vou trabalhar para os campos. Visto normalmente uma saia de pregas, uma blusa e ponho um chapéu de palha ou um lenço para me proteger do sol.

Hoje, na minha aldeia é dia de festa. Fui à missa e á procissão que percorreu as ruas da terra.

No verão, às vezes há desfolhadas e eu vou cantar à desgarrada com alguém. Nessas alturas, sentamo-nos no chão e começamos a desfolhar o milho  até que alguém encontre uma espiga vermelha, o milho rei e nessa altura tem de dar um beijo a todos os presentes. No domingo passado foi o Zé das Couves quem teve que dar um beijo a todos, mas eu nem estava lá, foi a minha tia Maria Zé que me contou pois foi com a Joaquina que é a minha irmã. Amanhã vou apanhar azeitona e mais logo vou à feira porque preciso de comprar um pedaço de tecido.

Agora vou para casa, está na hora de fazer a janta e passo na taberna para chamar o meu homem para ir dar de comer ao gado.

Jéssica Almeida Duarte, nº10, 6º D

 

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