Monthly Archives: Fevereiro 2014

A minha vida de nobre

torneio

Eu sou um nobre e chamam-me o valente e forte Daniel.

Participo em jogos, torneios, caço e ajudo na guerra.

Nos torneios ganho muitos troféus porque derrubo os outros cavaleiros com muita facilidade.

No outro dia fui à caça e matei um javali. O meu falcão de estimação caçou vários coelhos e lebres.

No final do dia dei um grande banquete e deliciámo-nos com as peças de caça que apanhei.

Participo na guerra e luto contra os mouros ou ajudo o rei se ele precisar e me chamar.

Daniel Gomes, nº 5, 5º E

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Sou uma mulher nobre do século XIII

Idade Media (7)

Se eu fosse uma mulher nobre teria de assistir todos os dias  aos treinos  dos homens da minha família, pois, a principal função dos nobres seria proteger os territórios.

O meu grupo (nobreza) era privilegiado, recebia impostos e ainda tínhamos um bocado de terra (os senhorios).

Quando íamos à caça de altanaria,  tínhamos de levar uma luva de cabedal, pois, levávamos falcões e eles agarram imenso com as suas garras. Por vezes havia as festas dos nobres e nós éramos obrigados a ir por causa de se tratarem lá as guerras. Eu gostava de ir porque podia mostrar os meus vestidos bonitos feitos com tecidos finos.

Ao jantar nós jogávamos xadrez, dados ou assistíamos com a família a espetáculos de malabarismo…

Nós vivíamos num local elevado, frio, tinham o chão de lajes ou de madeira…mas as lareiras sempre aqueciam o ambiente.

Eu gostava de ser nobre, porque a sua função é lutar e eu adoro lutar e como mulher ia gerindo as lides da casa acastelada onde vivia.

 Trabalho realizado por: Ana Chaves,  nº1,  5ºE      

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A conquista de um castelo

 

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Um dia, os cristãos foram conquistar um castelo que estava na posse dos mouros.
Quando lá chegaram construíram uma torre de assalto e encostaram-na ao muro do castelo mas os mouros repararam nisso e deitaram fogo à torre. É que os cristãos com pressa esqueceram-se de meter ramos de folhas verdes à volta da torre para evitar que a torre ardesse assim tão rápido e alguns soldados morreram.
Então construíram aríetes e catapultas mas os arqueiros do castelo lançaram setas incendiárias e destruíram quase todas as máquinas construídas, menos o aríete.
Foram construídas minas mas que também não resultaram.
Os cristãos redobraram os esforços, construíram mais catapultas e atiraram bolas a arder para dentro do castelo.
Depois de algum tempo, os mouros levantaram a bandeira branca e aquele território foi incuído no Condado Portucalense.

Rui Correia, nº 18, 5ºE

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O povo no século XIII

 

Captura de ecrã 2014-02-9, às 17.43.57Eu sou uma mulher do povo e trabalho muito porque  tenho de pagar muitos impostos .

Eu faço azeite,  vinho e também cavo as terras do meu senhor, é assim que nós pagamos as nossas contribuições ao dono das terras onde habito.

Nós quando vamos usar o moinho,   temos de pagar mais uma vez, impostos!

Eu e outros homens e mulheres não comemos carne como o senhor, nos só comemos vegetais e o que as terras nos dá. É por isso que os nobres e o Rei são tão gordos e nós não. Nós pagamos para tudo!

Como podem verificar, ser uma mulher do povo no século XIII não é lá muito agradável pois não?

Nicole Aguiar, nº 13, 5ºE

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Se eu fosse um nobre

Se eu fosse um nobre a minha principal funçao seria lutar em defesa do meu território.

O meu grupo social era  a NOBREZA,  seria um grupo privilegiado, não pagariamos impostos.

Como a nossa função era a guerra tinhamos de nos treinar e para isso iamos à caça com falcões, faríamos torneiros e as justas. Nós seriamos obrigados a ir a festas de nobres, porque era lá onde se tratavam das guerras ( lutas).

Ao serão nós jogaríamos xadrez … As nossas casas seriam frias e desconfortáveis, teriam o chão coberto de lages ou de madeira (das casas eu não gostaria de certeza).

Eu gostaria de ser um nobre porque gosto de guerra!!!!!!

Rui Correia, nº 18, 5º E

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Se eu fosse um nobre como viveria ?

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Se eu fosse um nobre tinha que lutar muito pois a minha principal função seria lutar pela defesa dos territórios.

A nobreza era um grupo privilegiado devido às suas funções  e recebiam impostos. Nós tínhamos uma grande parte da terra, os senhorios.

Nós, da  nobreza,  em tempo de paz dedicávamo-nos às atividades necessárias à guerra como por exemplo a caça, as justas e os torneios.

A base da nossa alimentação era a carne, principalmente assada. Não existiam pratos, comíamos  a carne e o peixe em cima de um pão com a forma redonda.

Para a sopa usávamos as tigelas de madeira de metal e também de barro.  Nesse tempo ainda não existiam os garfos .

Os jogos que fazíamos eram o xadrez  e os dados, também assistíamos ao espectáculos de malabarismo e de jograis , cantavam belos poemas às vezes o Rei e os nobres realizavam os poemas e assim eram trovadores.

A nossa residência  era num local elevado muitas vezes era bastante fria e pouco confortável coberto com peles, esteiras ou tapetes. Os móveis ocupavam pouco espaço.

A minha vida de nobre era muito ocupada  e muito melhor que a do povo. Esse grupo social trabalhava para me sustentar!

Trabalho realizado por : Tânia Jorge 5ºE nº: 19

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Os monges no século XIII

Monge copista

Eu sou um monge!!!   Eu sou um monge do século XIII, um monge copista e pertenço ao grupo social do clero.

Habito num mosteiro e, para quem não sabe o que isso, é uma espécie de casa grande, onde, nós os monges, rezamos, tratamos os doentes, ensinamos e copiamos.

Nós, os monges, temos sempre trabalho, porque a preguiça leva ao pecado ou seja temos de estar sempre ocupados. Há muitas espécies de monges, como por exemplo: os monges guerreiros, os monges farmacêuticos, os monges copistas…Eu sou um monge copista, pois copio livros antigos, capítulos da Bíblia e outras coisas. Os livros são copiados à mão, e, as letras no início dos capítulos são iluminuras ou seja, são letras que têm desenhos a isso é que é chamado as iluminuras.708px-Illuminated.bible.closeup.arp

Agora, vou-vos falar àcerca dos outros monges, os monges guerreiros: eles defendem e conquistam terras tal como a nobreza. Os monges farmacêuticos são uma espécie de médicos que tratam os doentes, acolhem as crianças e os peregrinos. E ainda há monges que se dedicam ao ensino e outras atividades…

A minha vida não é fácil, mas sempre é melhor do que a do povo!

Trabalho realizado por: Pedro Silva, nº 14, 5º E

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