Monthly Archives: Outubro 2014

A Vida dos Escravos

No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos da África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar .Os comerciantes de escravos vendiam os africanos como se fossem mercadorias e os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.

O transporte era feito da África para o Brasil nos porões do navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, e os corpos eram lançados ao mar. Ao chegar à América os escravos eram vendidos em espécies de feiras onde os donos podiam escolher quais queriam levar e quantos queriam levar.

Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas, lugares escuros, húmidos e com pouca higiene, acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho e falar a língua portuguesa.

As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da escravidão.

Os escravos podiam obter a sua liberdade através de uma carta de alforria.

Realizado por:

Diogo, nº 7; Marili, nº 13, Nicole, nº 14; Pedro, nº 15, Renata, nº 17, Rui, nº 20; Tânia, nº 21 – 6º E

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O TRÁFICO DE ESCRAVOS – SÉC. XVIII

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As plantações a cana-do-áçucar e, mais tarde a descoberta do ouro no Brasil, originou uma necessidade de escravos, a mão de obra utilizada naquelas circunstâncias. Então começaram a chegar ao Brasil escravos africanos para trabalharem nos campos da cana- do-açúcar, nas minas e em todos os trabalhos existentes. Os escravos eram capturados pelos traficantes e queimados com um ferro (para os marcar) e entregues aos capitães dos navios negreiros. Estes procuravam transportar num navio o maior número de escravos. Alguns faziam as necessidades no sítio onde estavam para não perderem o seu lugar no porão do barco que ia sobrelotado. Eram mal alimentados, mal agasalhados e viajando num local de muita sujidade,  as doenças pegavam-se com facilidade e morriam muitos durante a viagem. Ao chegarem ao Brasil, eram separados e vendido, forçados às mais duras tarefas e muitas vezes sofriam maus tratos como por exemplo chicotadas e torturas várias.  Muitas vezes tentavam fugir, o que era quase impossível.  Se fizessem alguma coisa de bom pela familia que comprou o escravo eles podiam dar- lhe a carta de alforria e,  com a carta, podiam ir embora ter com a família e deixar de ser escravo.

Trabalho realizado por: Nicole e Renata, 6º E

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Consequências da morte de D. Sebastião

Foi numa época de crise que D. Sebastião resolveu efetuar a conquista de novos territórios no Norte de África. Desembarcou em Marrocos e foi derrotado em Alcácer Quibir, onde perdeu a vida.

A falta de descendentes diretos levou ao aparecimento de 3 candidatos tendo sido aclamado nas cortes de Tomar o rei de Espanha, com o título de Filipe I de Portugal. Deu-se assim a união Ibérica uma vez que os reinos ibéricos passaram a estar sob a mesma coroa.

Até 1620 não houve uma total subjugação de Portugal a Espanha, pois Filipe II prometera respeitar a autonomia do nosso país. A partir de 1620, acentuando-se o declínio do império espanhol, lançam novos impostos que afetaram os portugueses.

Na prática, Portugal passou a ser como uma província espanhola, governada de longe e os portugueses passaram a custear as despesas do império espanhol em declínio.

Aproveitando a situação desfavorável de Espanha dezenas de nobres portugueses revoltaram-se no dia 1 de dezembro de 1640 e puseram fim ao domínio espanhol, tendo sido aclamado como rei de Portugal o duque de Bragança, com o título de D. João IV.

Se não fosse essa revolução talvez Portugal não existisse. Pela sua importância, desde a segunda metade do século XIX que o dia 1 de dezembro foi comemorado como feriado nacional, mas foi suspenso a partir de 2013.

Trabalho realizado por: Inês Martins, nº 9, 6º B

                                           Isa Pereira, nº 10, 6ºB

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