Monthly Archives: Novembro 2014

Os Romanos – Vídeo

Vídeo sobre os Romanos realizado pela Beatriz e pela Marta.

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os Romanos

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Para conhecer melhor os Romanos os alunos elaboraram algumas apresentações em Powerpoint.

[ Descarregar a apresentação do Mário ]

[ Descarregar a apresentação da Roberta e da Francisca ]

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Os romanos

Romanos 1

Trabalho realizado por Daniel e Rodrigo Martins, 5º C

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Os Romanos

Romano

Os romanos são originários de Roma. A sua expansão teve início no século VI a. C.

Os romanos dominaram todos os territórios à volta do Mar Mediterrâneo ao qual chamavam “o mar nosso” porque só eles lá podiam navegar.

Na Peninsula Ibérica tiveram bastante resistência,  nomeadamente, por parte  dos Lusitanos.

Trabalho de Mara e Filipa – 5º C

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Agropastoris

desenho_beatrizCaminhava com o chefe da minha comunidade quando vimos alguns homens que construíam um edifício junto aos campos de cultivo. As nossas casas eram circulares ou quadradas, em pedra ou argila amassada com palha e o telhado de colmo e juntas formam um castro.

Para proteger as culturas, tivemos de sair das nossas cavernas e aprender a viver em comunidade perto dos campos cultivados.

O tempo era mais seco e mais quente e os animais que caçávamos desapareceram e por isso aprendemos a domesticar outros animais como a cabra, a ovelha e o cavalo. Estes, além da carne davam-nos lã, leite e peles que serviam para vestuário. Foi necessário inventar novas ferramentas para trabalhar a terra e a tecelagem para tecer tecidos e começamos a praticar a agricultura e a pastorícia que ainda hoje existem.

 

Beatriz Gerónimo, nº 1, 5º C

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Comunidades Agropastoris

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Se eu vivesse no tempo das comunidades agropastoris, tomaria conta dos animais e faria cestos de palha para colher os alimentos. Viveria num pequeno aldeamento e ajudaria a fazer utensílios diversos para ajudar na agricultura e pastorícia tais como arados, foices, potes de barro, etc.

Também tínhamos um tear para fazer roupas.

Sepultaríamos os nossos mortos em locais assinalados por antas.

Dolmen Orca de Forles

Dolmen Orca de Forles

Eram tempos difíceis, mas dentro da comunidade resolveríamos os nossos problemas.

 

Roberta Ferraz, nº 15, 5º C

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No tempo dos recoletores

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Certo dia, estava eu numa aula de matemática e adormeci. Estava muito cansada. Comecei a sonhar e como gosto muito de história, sonhei que era uma mulher recolectora.

Tinha uma grande saia feita por mim, com peles de animais e enfeitada com flores e folhas e tinha cabelos muito longos pois, naquela altura, não havia cabeleireiros. Eu recolhia frutos silvestres e outras coisas da natureza e os homens iam à pesca e à caça de animais.

Os homens também faziam instrumentos de pedra, bifaces, pontas de lança e objetos de osso como arpões. Nós as mulheres era mais para recolher alimentos, fazer roupas de peles dos animais que eram caçados e tratar das crianças. Quando os alimentos acabavam íamos para outra região e, por isso, éramos nómadas. Vivíamos ao ar livre, em tendas e em grutas. Nestas, fazíamos pinturas de animais. Quando se descobriu o fogo começamos a cozinhar os alimentos.

A campainha tocou e eu acordei. No intervalo a minha amiga perguntou:

– Adormeceste, o que sonhaste?

– É uma longa história – respondi.

Maria João Correia, nº 11, 5º C

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Recoletores

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Eu sou um homem de uma comunidade recoletora. Os meus antepassados vieram de África, espalharam-se pela Europa, incluindo a Península Ibérica.

Para sobreviver eu caço, pesco e recolho raízes e frutos silvestres. Para poder caçar e pescar, o meu povo teve de desenvolver instrumentos de pedra e de osso, como por exemplo os bifaces, as pontas de lança, os arpões.

Somos um povo nómada porque nunca nos fixamos num lugar. Sempre que os alimentos acabam mudamo-nos para outro local à procura de comida.

O fogo foi muito importante para a nossa sobrevivência pois permitiu-nos cozinhar os alimentos. Nós dormimos ao ar livre ou em tendas, por isso, o fogo também é importante para nos aquecermos. No inverno temos de nos abrigar em cavernas e é preciso expulsar de lá os ursos e é com fogo que o fazemos.

 Mário Pina, nº 12, 5º C

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