Lusitanos

Se eu fosse lusitano

Se eu fosse um lusitano e estivesse a ser atacado pelos romanos iria logo equipar-me com o meu escudo, com a minha espada, com o meu cinto de couro, a minha lança e com o meu capacete.

De seguida iria preparar com os meus companheiros uma estratégia de combate para derrotar os romanos. Depois iria chamar os meus tropas para combater o povo que nos ameaçava. Em seguida iria montar armadilhas para ajudar no combate aos romanos.

Quando tivesse acabado ia esconder-me para atacá-los com pedras que eu mandava de cima dos montes e que eles pensavam que vinham do céu porque quando olhariam para cima não veriam ninguém pois estaríamos muito bem escondidos.

Nós saberíamos que os romanos teriam uma boa estratégia mas nós íamos confiantes para aquela batalha tão importante.

No entanto nós teríamos uma boa vantagem na batalha, porque o terreno era aos montes e os romanos não estavam habituados, porque normalmente os terrenos que eles conquistaram eram mais ou menos planas.

Quando iriamos ver os romanos a chegar era sinal que a batalha iria começar.

Nós iriamos mandar-lhes pedras e pôr as nossas armadilhas a funcionar.

Na verdade andámos nesta luta mais de cem anos mas os romanos não desistiram  e conseguiram conquistar a Península Ibérica.

Rafael dos Santos Coelho, 5 E

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Lusitanos e romanos

Se eu fosse um Lusitano, viveria num castro, no cimo de um monte, na região do atual Sátão.

Todos nós viveríamos bem até à chegada dos Romanos, mas nós fazíamos-lhes a vida difícil com as nossas armadilhas e emboscadas.

Até que um dia, os romanos, cansados de lutar e  de não conseguir vencer os Lusitanos, ofereceram a mim e a outro meu amigo umas moedas romanas em troca de matarmos o nosso chefe Viriato. É claro que eu não cedi mas o outro lusitano deixou-se convencer e quando Viriato dormia matou-o e, assim, 200 anos passados os romanos lá conseguiram conquistar esta nossa terra.

Rui Pedro Correia, nº18, 5ºE

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Viriato, um guerreiro Lusitano

Eu era apenas um pastor, habituado desde criança a percorrer as altas montanhas do Hermínio (actual Serra da Estrela), onde nasci, e conheci como a palma das minhas mãos. Foi naquelas montanhas que tivemos mais dificuldades na nossa luta para derrotar os romanos. À minha terra natal, a localidade mais próxima do ponto mais alto, nós lusitanos pusemos o nome de Lorica, nome da antiga couraça guerreira. Os Hermínios foram a maior Fortaleza, e o coração da Lusitânia. Todos os grandes historiadores antigos, elogiam as minhas grandes qualidades. Destaco-me pela minha inteligência, o meu humanismo, a minha capacidade de liderança e a minha grande visão de estratega militar e político. Como líder dos Lusitanos, antepassados dos Portugueses, só conseguimos vencer recorrendo à vergonhosa traição cobarde. Eu, tal como outras grandes figuras que ficaram na história, tinha origens humildes. Assim fiquei conhecido como a primeira figura da nacionalidade lusa, seguida pela figura de D. Afonso Henriques.

Bruna Sousa Almeida, nº3, 5ºE

Estátua de Viriato em Viseu, o nosso distrito

Estátua de Viriato, localizada no nosso distrito, Viseu

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Lusitanos

Eu chamo-me Renata, sou uma Lusitana, vivo nos montes de  Satão, numa casa de pedra e de palha, com uma pequena fresta a servir de janela.  A porta é feita de madeira e em volta das casas temos  um muro de pedra para proteger o castro do perigo.

Na minha aldeia os terrenos são aos altos e baixo, e quando os romanos chegaram à minha aldeia, como estavam habituados a terrenos direitos, cansavam-se a subir os montes. Enquanto seguiam caminho, eu e os outros lusitanos escondíamo-nos e atirávamos-lhes pedras. Quando estas lhes caíam em cima da cabeça eles ficavam meios zonzos pois os seus capacetes não eram fortes para aguentar o impacto da pedra. Eles bem tentavam ver de onde surgiam aquelas pedras, que lhe caíam na cabeça, mas não viam nada, pois nós escondíamo-nos atrás dos penedos, dos arbustos e das casas.

Como não conseguiram conquistar a minha aldeia, os romanos viram-se obrigados a deixá-la e assim vivemos em paz e alegria, pelo menos por algum tempo.

Renata Lemos Oliveira, nº 16, 5º E

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História de uma menina lusitana

 

Chamo-me Beatriz  e pertenço à grande tribo ibérica dos lusitanos. Nasci numa época de muitas lutas e muita disputa pois os romanos querem roubar as nossas terras e obrigarem-nos a viver no seu modo de vida e pior do que isso, escravizar-nos. Felizmente somos um povo muito lutador com grandes guerreiros que nunca desistem lutando sempre até á morte.

Como sou uma menina não posso ser um dia um grande guerreiro como o meu irmão e o meu pai mas desempenho outras tarefas que também são muito importantes para o bem de todos como por exemplo: cuidar do gado, recolher lenha e frutos silvestres e às vezes o meu irmão leva-me para o ajudar a colocar armadilhas contra os romanos.

A nossa aldeia fica no cimo de um monte para dificultar os ataques dos inimigos. As nossas casas são construídas com granito para serem resistentes emboras sejam um bocado frias ,o que vale é a lareira que aquece na estação fria e é também o local onde cozinhamos. É uma vida muito dura, mas vale a pena para defender a nossa independência!

    Beatriz Pinto Esteves, nº2, 5º E

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