Portugal no século XIII

À Descoberta da Idade Média – Concurso de Castelos

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Ao longo do 2º período, o grupo disciplinar de História e Geografia da Portugal do Agrupamento de Escolas de Sátão lançou o desafio aos alunos do 2º ciclo, especialmente do quinto ano para a construção de um castelo integrado na atividade “À descoberta da Idade Média”. Verificou-se uma adesão imediata e entusiástica pois participaram na construção dos castelos em três dimensões 89 alunos do 5º ano e 13 alunos do 6º ano. Foram construídos 69 castelos, muitos, autênticas obras-primas e nos mais diversos materiais.
Os alunos responderam com muita “coragem, sabedoria e criatividade ao desafio lançado pelos professores de HGP, descobrindo a Idade Média… construindo um castelo. Viajaram no tempo, partilharam ideias e saberes. Participaram, divertiram-se e … aprenderam”.
Os trabalhos apresentados permitem-nos inferir que houve uma grande colaboração por parte dos encarregados de educação ou outros familiares, que se constituíra à partida como um objetivo de promoção de convivência, de partilha de saberes e de experiências.
O produto final, que esteve exposto no átrio da escola da EBIFA e EBFL e na ESFroV conforme a calendarização divulgada no portal do agrupamento, foram feitas apreciações muito favoráveis e elogiosas, suplantando até as expectativas iniciais e ficaram registados em suportes digitais para memória de todos.
Os objetivos foram atingidos. É com atividades deste género que geramos nos nossos alunos o gosto pela preservação da nossa identidade nacional, criamos a empatia necessária para aprender a preservar o nosso património local e nacional.
Precisamos só querer, estar disponíveis e com vontade de aprender. Muitos alunos e suas famílias deram-nos esse testemunho.

Parabéns a todos os participantes!

A Professora Susete Mota


Slideshow com as fotos dos castelos concorrentes.

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A minha vida de nobre

torneio

Eu sou um nobre e chamam-me o valente e forte Daniel.

Participo em jogos, torneios, caço e ajudo na guerra.

Nos torneios ganho muitos troféus porque derrubo os outros cavaleiros com muita facilidade.

No outro dia fui à caça e matei um javali. O meu falcão de estimação caçou vários coelhos e lebres.

No final do dia dei um grande banquete e deliciámo-nos com as peças de caça que apanhei.

Participo na guerra e luto contra os mouros ou ajudo o rei se ele precisar e me chamar.

Daniel Gomes, nº 5, 5º E

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Sou uma mulher nobre do século XIII

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Se eu fosse uma mulher nobre teria de assistir todos os dias  aos treinos  dos homens da minha família, pois, a principal função dos nobres seria proteger os territórios.

O meu grupo (nobreza) era privilegiado, recebia impostos e ainda tínhamos um bocado de terra (os senhorios).

Quando íamos à caça de altanaria,  tínhamos de levar uma luva de cabedal, pois, levávamos falcões e eles agarram imenso com as suas garras. Por vezes havia as festas dos nobres e nós éramos obrigados a ir por causa de se tratarem lá as guerras. Eu gostava de ir porque podia mostrar os meus vestidos bonitos feitos com tecidos finos.

Ao jantar nós jogávamos xadrez, dados ou assistíamos com a família a espetáculos de malabarismo…

Nós vivíamos num local elevado, frio, tinham o chão de lajes ou de madeira…mas as lareiras sempre aqueciam o ambiente.

Eu gostava de ser nobre, porque a sua função é lutar e eu adoro lutar e como mulher ia gerindo as lides da casa acastelada onde vivia.

 Trabalho realizado por: Ana Chaves,  nº1,  5ºE      

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O povo no século XIII

 

Captura de ecrã 2014-02-9, às 17.43.57Eu sou uma mulher do povo e trabalho muito porque  tenho de pagar muitos impostos .

Eu faço azeite,  vinho e também cavo as terras do meu senhor, é assim que nós pagamos as nossas contribuições ao dono das terras onde habito.

Nós quando vamos usar o moinho,   temos de pagar mais uma vez, impostos!

Eu e outros homens e mulheres não comemos carne como o senhor, nos só comemos vegetais e o que as terras nos dá. É por isso que os nobres e o Rei são tão gordos e nós não. Nós pagamos para tudo!

Como podem verificar, ser uma mulher do povo no século XIII não é lá muito agradável pois não?

Nicole Aguiar, nº 13, 5ºE

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Se eu fosse um nobre

Se eu fosse um nobre a minha principal funçao seria lutar em defesa do meu território.

O meu grupo social era  a NOBREZA,  seria um grupo privilegiado, não pagariamos impostos.

Como a nossa função era a guerra tinhamos de nos treinar e para isso iamos à caça com falcões, faríamos torneiros e as justas. Nós seriamos obrigados a ir a festas de nobres, porque era lá onde se tratavam das guerras ( lutas).

Ao serão nós jogaríamos xadrez … As nossas casas seriam frias e desconfortáveis, teriam o chão coberto de lages ou de madeira (das casas eu não gostaria de certeza).

Eu gostaria de ser um nobre porque gosto de guerra!!!!!!

Rui Correia, nº 18, 5º E

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Se eu fosse um nobre como viveria ?

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Se eu fosse um nobre tinha que lutar muito pois a minha principal função seria lutar pela defesa dos territórios.

A nobreza era um grupo privilegiado devido às suas funções  e recebiam impostos. Nós tínhamos uma grande parte da terra, os senhorios.

Nós, da  nobreza,  em tempo de paz dedicávamo-nos às atividades necessárias à guerra como por exemplo a caça, as justas e os torneios.

A base da nossa alimentação era a carne, principalmente assada. Não existiam pratos, comíamos  a carne e o peixe em cima de um pão com a forma redonda.

Para a sopa usávamos as tigelas de madeira de metal e também de barro.  Nesse tempo ainda não existiam os garfos .

Os jogos que fazíamos eram o xadrez  e os dados, também assistíamos ao espectáculos de malabarismo e de jograis , cantavam belos poemas às vezes o Rei e os nobres realizavam os poemas e assim eram trovadores.

A nossa residência  era num local elevado muitas vezes era bastante fria e pouco confortável coberto com peles, esteiras ou tapetes. Os móveis ocupavam pouco espaço.

A minha vida de nobre era muito ocupada  e muito melhor que a do povo. Esse grupo social trabalhava para me sustentar!

Trabalho realizado por : Tânia Jorge 5ºE nº: 19

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Os monges no século XIII

Monge copista

Eu sou um monge!!!   Eu sou um monge do século XIII, um monge copista e pertenço ao grupo social do clero.

Habito num mosteiro e, para quem não sabe o que isso, é uma espécie de casa grande, onde, nós os monges, rezamos, tratamos os doentes, ensinamos e copiamos.

Nós, os monges, temos sempre trabalho, porque a preguiça leva ao pecado ou seja temos de estar sempre ocupados. Há muitas espécies de monges, como por exemplo: os monges guerreiros, os monges farmacêuticos, os monges copistas…Eu sou um monge copista, pois copio livros antigos, capítulos da Bíblia e outras coisas. Os livros são copiados à mão, e, as letras no início dos capítulos são iluminuras ou seja, são letras que têm desenhos a isso é que é chamado as iluminuras.708px-Illuminated.bible.closeup.arp

Agora, vou-vos falar àcerca dos outros monges, os monges guerreiros: eles defendem e conquistam terras tal como a nobreza. Os monges farmacêuticos são uma espécie de médicos que tratam os doentes, acolhem as crianças e os peregrinos. E ainda há monges que se dedicam ao ensino e outras atividades…

A minha vida não é fácil, mas sempre é melhor do que a do povo!

Trabalho realizado por: Pedro Silva, nº 14, 5º E

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PowerPoint – Portugal no Século XIII

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Para descarregar o PowerPoint clica aqui.

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