Primeiros Povos

Comunidades Agropastoris

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Se eu vivesse no tempo das comunidades agropastoris, tomaria conta dos animais e faria cestos de palha para colher os alimentos. Viveria num pequeno aldeamento e ajudaria a fazer utensílios diversos para ajudar na agricultura e pastorícia tais como arados, foices, potes de barro, etc.

Também tínhamos um tear para fazer roupas.

Sepultaríamos os nossos mortos em locais assinalados por antas.

Dolmen Orca de Forles

Dolmen Orca de Forles

Eram tempos difíceis, mas dentro da comunidade resolveríamos os nossos problemas.

 

Roberta Ferraz, nº 15, 5º C

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No tempo dos recoletores

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Certo dia, estava eu numa aula de matemática e adormeci. Estava muito cansada. Comecei a sonhar e como gosto muito de história, sonhei que era uma mulher recolectora.

Tinha uma grande saia feita por mim, com peles de animais e enfeitada com flores e folhas e tinha cabelos muito longos pois, naquela altura, não havia cabeleireiros. Eu recolhia frutos silvestres e outras coisas da natureza e os homens iam à pesca e à caça de animais.

Os homens também faziam instrumentos de pedra, bifaces, pontas de lança e objetos de osso como arpões. Nós as mulheres era mais para recolher alimentos, fazer roupas de peles dos animais que eram caçados e tratar das crianças. Quando os alimentos acabavam íamos para outra região e, por isso, éramos nómadas. Vivíamos ao ar livre, em tendas e em grutas. Nestas, fazíamos pinturas de animais. Quando se descobriu o fogo começamos a cozinhar os alimentos.

A campainha tocou e eu acordei. No intervalo a minha amiga perguntou:

– Adormeceste, o que sonhaste?

– É uma longa história – respondi.

Maria João Correia, nº 11, 5º C

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Recoletores

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Eu sou um homem de uma comunidade recoletora. Os meus antepassados vieram de África, espalharam-se pela Europa, incluindo a Península Ibérica.

Para sobreviver eu caço, pesco e recolho raízes e frutos silvestres. Para poder caçar e pescar, o meu povo teve de desenvolver instrumentos de pedra e de osso, como por exemplo os bifaces, as pontas de lança, os arpões.

Somos um povo nómada porque nunca nos fixamos num lugar. Sempre que os alimentos acabam mudamo-nos para outro local à procura de comida.

O fogo foi muito importante para a nossa sobrevivência pois permitiu-nos cozinhar os alimentos. Nós dormimos ao ar livre ou em tendas, por isso, o fogo também é importante para nos aquecermos. No inverno temos de nos abrigar em cavernas e é preciso expulsar de lá os ursos e é com fogo que o fazemos.

 Mário Pina, nº 12, 5º C

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O menino das cavernas

Era o tempo das cavernas e eu vivia numa gruta espaçosa com a minha comunidade.

Certo dia enquanto íamos a caminhar, vimos um animal morto no chão com uma lança de pedra espetada.

Então comentamos:

-Não somos os únicos que habitamos nesta terra.

Continuámos o caminho e encontrámos mais alimento.

Na gruta, à noite, fiz fogo para preparar o meu jantar. Enquanto assava a carne fui apanhar frutos.

Encontrei um animal e matei-o para lhe tirar a pele.

No dia seguinte fui dar uma volta e encontrei o inimigo, uma outra comunidade recoletora que estava a preparar um ataque.

Então fugi para a minha caverna e enquanto passavam eu observava com atenção.

Com o passar do tempo comecei a ganhar mais coragem e fui crescendo até ficar adulto. A minha vida como menino das cavernas terminou mas não ficou mais fácil, acreditem!

João Miguel Castanheira, 5ºB

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Vivo numa comunidade recoletora

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A nossa comunidade recolectora

Somos duas meninas que vivemos numa comunidade recolectora. Enquanto recolhemos frutos os homens vão à caça. Estamos sempre a deslocarmo-nos de um lado para o outro porque somos nómadas  e vivemos do que a natureza nos dá.

No inverno vamos para as grutas e retiramos de lá os ursos com fogo . Muitas vezes fazemos gravuras rupestres nas rochas para nos dar sorte nas caçadas . Pescamos peixes com os arpões que fazemos à mão pois nesta altura não há supermercados para ir comprar uma cana de pesca nem tão pouco ir ao peixe.

A nossa vida, como nómadas, é muito difícil porque quando o alimento acaba no lugar onde estamos, temos de ir para outras terras.

Gosto de ser nómada em algumas coisas porque é bom conhecer sítios novos mas, noutras  nem por isso, porque é uma vida muito complicada.

 

                                                      Carolina Fernandes, nº2, 5º B

Isa Pereira, nº 9, 5º B

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Vivo numa comunidade recoletora

Vivo numa comunidade recoletora, e eu que sou o Rodrigo e o meu companheiro David, andávamos à procura de uma gruta para vivermos com a nossa comunidade.

Depois de algumas horas de procura da gruta, encontramo-la mas havia lá um problema, estava lá uma ursa e que tinha lá umas pequenas crias.

Seguidamente pegámos num pau fizemos uma lança entrámos na gruta e matámos a ursa e as suas crias. Essa comida durou para algum tempo, mas depois de acabar a comida tivemos de caçar. Procurámos um mamute, fizemos um buraco no chão e levamo-lo para lá. Depois de caçado tivemos comida para bastante tempo.

Quando a comida acabou não encontrávamos animais naquela zona. Tivemos de partir. Caminhamos até não poder mais e acampamos num local estranho perto da floresta. De noite trovejou e uma parte da floresta ardeu. No dia seguinte passamos pela floresta dentro e, encontramos uma lebre esturricada. Comemo-la e sabia melhor do que lebre crua. Então tentamos várias formas de fazer aquilo até que a determinada altura fizemos fogo e uma lebre descuidada queimou-se e ficou assada assim descobrimos o fogo.

Rodrigo da Costa Bernardo 5º B nº 18

David Figueiredo 5º B nº 4 

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Se fosse um homem das cavernas

Se eu fosse um homem das cavernas não vivia numa casa de tijolos e cimento, com muitas divisões e nem me deslocava de carro. A minha casa seria uma gruta com o chão forrado de palha ou peles para dormir quentinho. Eu vivia em grupo, homens, mulheres e crianças todos juntos. As ferramentas que teríamos seriam lanças para caçar e pescar. Não saberia cultivar as terras e teria de me deslocar para procurar comida. As roupas seriam feitas com as peles dos animais que caçávamos e com folhas secas. Quando alguém adoecesse não haveria médico, nem medicamentos e nem máquinas para fazer exames. Viveríamos sem tecnologia mas mais em sintonia com a natureza. O sol e as estrelas seriam o nosso relógio. A caverna o nosso refúgio e abrigo. A nossa comunidade dar-nos-ia proteção e apoio quando estivéssemos feridos. Como somos nómadas, quando tínhamos de mudar de lugar não precisávamos de construir outra casa, era só procurar outra caverna ou montar tendas.

Sérgio Tavares, n.º 20 do 5ºB

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Ultrapassar Problemas – A Evolução do Homem

Tanto os homens das comunidades recoletores como os homens das comunidades agropastoris conseguiram encontrar soluções para os seus problemas. Os povos recoletores viviam da caça e da pesca e recolhiam raízes e frutos silvestres e para isso criaram instrumentos para os auxiliar. Também se tornaram nómadas para fazer face à escassez de alimentos. Aprenderam a utilizar o fogo para cozinhar e se defender dos animais selvagens.

Quando a caça escasseou e o clima mudou, surgiram as comunidades agropastoris que arranjaram solução para esses problemas ao dedicarem-se à domesticação e criação de animais e ao cultivo dos campos. Face à nova vida, as comunidades agropastoris também sentiram necessidade de criar raízes tornando-se sedentários (junto aos campos construíram casas e aldeias). Inventaram também novos instrumentos para trabalhar a terra.

Maria João Costa, 5º C

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