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Os Romanos – Vídeo

Vídeo sobre os Romanos realizado pela Beatriz e pela Marta.

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Os romanos

Romanos 1

Trabalho realizado por Daniel e Rodrigo Martins, 5º C

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Os Romanos

Romano

Os romanos são originários de Roma. A sua expansão teve início no século VI a. C.

Os romanos dominaram todos os territórios à volta do Mar Mediterrâneo ao qual chamavam “o mar nosso” porque só eles lá podiam navegar.

Na Peninsula Ibérica tiveram bastante resistência,  nomeadamente, por parte  dos Lusitanos.

Trabalho de Mara e Filipa – 5º C

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Agropastoris

desenho_beatrizCaminhava com o chefe da minha comunidade quando vimos alguns homens que construíam um edifício junto aos campos de cultivo. As nossas casas eram circulares ou quadradas, em pedra ou argila amassada com palha e o telhado de colmo e juntas formam um castro.

Para proteger as culturas, tivemos de sair das nossas cavernas e aprender a viver em comunidade perto dos campos cultivados.

O tempo era mais seco e mais quente e os animais que caçávamos desapareceram e por isso aprendemos a domesticar outros animais como a cabra, a ovelha e o cavalo. Estes, além da carne davam-nos lã, leite e peles que serviam para vestuário. Foi necessário inventar novas ferramentas para trabalhar a terra e a tecelagem para tecer tecidos e começamos a praticar a agricultura e a pastorícia que ainda hoje existem.

 

Beatriz Gerónimo, nº 1, 5º C

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O TRÁFICO DE ESCRAVOS – SÉC. XVIII

origem-escravos-africanos

As plantações a cana-do-áçucar e, mais tarde a descoberta do ouro no Brasil, originou uma necessidade de escravos, a mão de obra utilizada naquelas circunstâncias. Então começaram a chegar ao Brasil escravos africanos para trabalharem nos campos da cana- do-açúcar, nas minas e em todos os trabalhos existentes. Os escravos eram capturados pelos traficantes e queimados com um ferro (para os marcar) e entregues aos capitães dos navios negreiros. Estes procuravam transportar num navio o maior número de escravos. Alguns faziam as necessidades no sítio onde estavam para não perderem o seu lugar no porão do barco que ia sobrelotado. Eram mal alimentados, mal agasalhados e viajando num local de muita sujidade,  as doenças pegavam-se com facilidade e morriam muitos durante a viagem. Ao chegarem ao Brasil, eram separados e vendido, forçados às mais duras tarefas e muitas vezes sofriam maus tratos como por exemplo chicotadas e torturas várias.  Muitas vezes tentavam fugir, o que era quase impossível.  Se fizessem alguma coisa de bom pela familia que comprou o escravo eles podiam dar- lhe a carta de alforria e,  com a carta, podiam ir embora ter com a família e deixar de ser escravo.

Trabalho realizado por: Nicole e Renata, 6º E

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A revolta de 1 de dezembro de 1640

Na manhã de 1 de dezembro, 40 fidalgos introduziram-se no Paço Real, ocultando as armas dentro das roupas, e, por volta das nove horas, a um  sinal de D. Miguel  de Almeida, assaltaram o palácio, derrubando tudo quanto se lhes tentou opor.  Rebuscaram a  sala do secretário Miguel de Vasconcelos e,  encontrando-o escondido num grande armário de madeira, assassinaram-no sem qualquer troca de  palavras. Tendo atirado o corpo pela janela para a praça, lançaram depois sobre ele algumas peças de prata, salvas, castiçais, doces e queijos, para atrair a massa popular, que olhava de longe, desconfiada. Imediatamente, inúmeros mendigos lançaram-se sobre ele e, estimulados pela gulodice, entraram no palácio, saqueando-o totalmente.

 

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Ana Chaves, 1, 6ºE

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O Domínio Filipino

Após a morte de D. Sebastião, Portugal viveu uma crise de sucessão.

Em 1580 nas cortes de Tomar, Filipe II, Rei de Espanha prestou juramento como novo Rei de Portugal.

A razão para a escolha foi devido a ser filho de D. Isabel e neto do rei português D. Manuel, por isso tinha direito ao trono.

Viveu-se em Portugal um período que ficou conhecido como “ Domínio Filipino” depois de Filipe II, veio Filipe III e Filipe IV de Espanha, e governaram durante 60 anos.

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Carolina, nº 3, 6ºB

Matilde, nº 17, 6º B

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D. Sebastião

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Sebastião foi o décimo sexto rei de Portugal, cognominado “O Desejado” por ser o herdeiro esperado da Dinastia de Avis, mais tarde nomeado “O Encoberto” ou “O Adormecido”. Foi o sétimo rei da Dinastia de Avis, neto do rei João III, de quem herdou o trono com apenas três anos. A regência foi assegurada pela sua avó Dona Catarina e pelo Cardeal Henrique, até completar os 14 anos de idade.

Aos 14 anos assumiu a governação do reino. Sendo jovem, era muito religioso e influenciável e o seu sonho eram as grandes batalhas de combate aos infiéis e o seu projeto era conquistar Marrocos aos muçulmanos. Alguns portugueses partilhavam esta ideia. Desde que a Índia começara a dar mais prejuízos que lucros, muita gente estava mais de acordo em partir para as conquistas no Norte de África do que manter o Império do Oriente.

Motivado pelas glórias do passado, especialmente pelos feitos de D. Afonso Henriques, decidiu partir para Marrocos com um exército de 17 000 homens, num empreendimento militar. Os conselheiros mais experientes na guerra, aconselharam-no a não se afastar da costa mas o rei resolveu avançar para o interior com as suas mal preparadas tropas.

Foi derrotado na batalha de Alcácer-Quibir em 1578, o  que levou ao desaparecimento de D. Sebastião em combate e da nata da nobreza, iniciando a crise de sucessão ao trono de 1580 e levou à perda da independência para a dinastia Filipina e ao nascimento do mito do Sebastianismo. Este mito baseava-se na crença popular de que D. Sebastião não tinha morrido e iria regressar a Portugal numa manhã de nevoeiro. Nessa altura, reclamaria o trono e ficaríamos de novo independentes.

Tal não aconteceu e, devido à insensatez do rei D. Sebastião, fomos governados pelos “Filipes” de Espanha durante 60 anos.

 

Trabalho realizado pelos seguintes alunos do 6º D:

Ana Carolina, nº 3

André, nº 4

Beatriz, nº 5

Bruna, nº 6

Catarina, nº 7

David Cruz, nº 8

Filipa, nº 9

João Machado, nº 10

Juliana, nº 11

Joana Machado, nº 12

Marcelo Albuquerque, nº 13

Marco Loureiro, nº 14

Mariana Ferreira, nº 15

Nelson Santos, nº 16

Ricardo, nº 17

Rui, nº 18

Tiago Cardoso, nº 20

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25 de Abril de 1974

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A revolução de 25 de abril, conhecida como revolução dos cravos, resultou de um movimento social, ocorrido a 25 de abril de 1974, que se opôs ao regime ditatorial do Estado Novo e que resultou mais tarde na implantação de um regime democrático, após a aprovação da constituição de 25 de abril de 1976.
Das causas da revolução apontam-se entre outras, a falta de liberdade, o isolamento internacional do país, o agravamento das más condições de vida, o descontentamento dos militares, a guerra colonial, a ditadura e as más condições de trabalho.
Esta revolução foi liderada pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por um grupo de militares que decidiu por fim à ditadura através de um golpe militar planeado secretamente durante meses.
A população apoiou os militares, aplaudiram e distribuíram cravos vermelhos.
Os oficiais do MFA confiaram o poder à junta de Salvação Nacional presidida pelo general Spínola.
A reconquista da liberdade permitiu a libertação dos presos políticos.
Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal o feriado, no dia 25 de abril, denominado como “Dia de Liberdade”.

Trabalho realizado por: Andreia   nº3   6ºC

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Quem nos visitou em 2013

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A New York City subway train holds 1,200 people. This blog was viewed about 6,600 times in 2013. If it were a NYC subway train, it would take about 6 trips to carry that many people.

Click here to see the complete report.

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Se eu fosse lusitano

Se eu fosse um lusitano e estivesse a ser atacado pelos romanos iria logo equipar-me com o meu escudo, com a minha espada, com o meu cinto de couro, a minha lança e com o meu capacete.

De seguida iria preparar com os meus companheiros uma estratégia de combate para derrotar os romanos. Depois iria chamar os meus tropas para combater o povo que nos ameaçava. Em seguida iria montar armadilhas para ajudar no combate aos romanos.

Quando tivesse acabado ia esconder-me para atacá-los com pedras que eu mandava de cima dos montes e que eles pensavam que vinham do céu porque quando olhariam para cima não veriam ninguém pois estaríamos muito bem escondidos.

Nós saberíamos que os romanos teriam uma boa estratégia mas nós íamos confiantes para aquela batalha tão importante.

No entanto nós teríamos uma boa vantagem na batalha, porque o terreno era aos montes e os romanos não estavam habituados, porque normalmente os terrenos que eles conquistaram eram mais ou menos planas.

Quando iriamos ver os romanos a chegar era sinal que a batalha iria começar.

Nós iriamos mandar-lhes pedras e pôr as nossas armadilhas a funcionar.

Na verdade andámos nesta luta mais de cem anos mas os romanos não desistiram  e conseguiram conquistar a Península Ibérica.

Rafael dos Santos Coelho, 5 E

4.ataque_lusitanos

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Vivo numa comunidade recoletora

Vivo numa comunidade recoletora, e eu que sou o Rodrigo e o meu companheiro David, andávamos à procura de uma gruta para vivermos com a nossa comunidade.

Depois de algumas horas de procura da gruta, encontramo-la mas havia lá um problema, estava lá uma ursa e que tinha lá umas pequenas crias.

Seguidamente pegámos num pau fizemos uma lança entrámos na gruta e matámos a ursa e as suas crias. Essa comida durou para algum tempo, mas depois de acabar a comida tivemos de caçar. Procurámos um mamute, fizemos um buraco no chão e levamo-lo para lá. Depois de caçado tivemos comida para bastante tempo.

Quando a comida acabou não encontrávamos animais naquela zona. Tivemos de partir. Caminhamos até não poder mais e acampamos num local estranho perto da floresta. De noite trovejou e uma parte da floresta ardeu. No dia seguinte passamos pela floresta dentro e, encontramos uma lebre esturricada. Comemo-la e sabia melhor do que lebre crua. Então tentamos várias formas de fazer aquilo até que a determinada altura fizemos fogo e uma lebre descuidada queimou-se e ficou assada assim descobrimos o fogo.

Rodrigo da Costa Bernardo 5º B nº 18

David Figueiredo 5º B nº 4 

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Se fosse um homem das cavernas

Se eu fosse um homem das cavernas não vivia numa casa de tijolos e cimento, com muitas divisões e nem me deslocava de carro. A minha casa seria uma gruta com o chão forrado de palha ou peles para dormir quentinho. Eu vivia em grupo, homens, mulheres e crianças todos juntos. As ferramentas que teríamos seriam lanças para caçar e pescar. Não saberia cultivar as terras e teria de me deslocar para procurar comida. As roupas seriam feitas com as peles dos animais que caçávamos e com folhas secas. Quando alguém adoecesse não haveria médico, nem medicamentos e nem máquinas para fazer exames. Viveríamos sem tecnologia mas mais em sintonia com a natureza. O sol e as estrelas seriam o nosso relógio. A caverna o nosso refúgio e abrigo. A nossa comunidade dar-nos-ia proteção e apoio quando estivéssemos feridos. Como somos nómadas, quando tínhamos de mudar de lugar não precisávamos de construir outra casa, era só procurar outra caverna ou montar tendas.

Sérgio Tavares, n.º 20 do 5ºB

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Um mosteiro

Mosteiro de São Martinho de MancelosTrabalho elaborado por Madalena Santos, 5º E

Mosteiro de São Martinho de Mancelos
Trabalho elaborado por Madalena Santos, 5º D

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Camponês por um dia… no séc. XIII

Sou camponês, vivo numa pequena casa feita de pedra, coberta de colmo. No sítio onde vivo, as casas e os terrenos em volta pertencem a um fidalgo nobre. Trabalho de sol a sol, desde que nasce até que se põe. As pequenas terras que eu cultivo são do meu senhor e por isso sou obrigado a pagar-lhe uma renda e a dividir com ele parte do que produzem as minhas vinhas, os meus olivais, as minhas hortas… Os animais também são do senhor que me emprestou uns maravedis para os comprar na feira. Sempre que vendo os bois ou os porcos, tenho de entregar os lucros ao senhor, quase não fico com nada…

O que me dá mais prazer é trabalhar a terra, cuidar das árvores e tratar dos animais. O que me entristece é eu trabalhar tanto e no final das colheitas ter de dividir a produção com o meu senhor que, além de nada fazer, não tem despesas com o cultivo.

 

Ricardo Styrov, 5º E

Estamos no século XIII, sou uma camponesa.

Hoje, eu e todos os outros camponeses temos de pagar impostos. É o que mais me desagrada, porque temos de pagar com alguma coisa que tenhamos, se não tivermos dinheiro.

Neste dia tenho de ir tratar das oliveiras, cultivar trigo, cereais, produtos diversos e trabalhar na terra do Senhor. Ainda terei de produzir azeite, farinha e vinho. Se não conseguir fazer todas essas tarefas, ainda hoje, terei de pagar mais um imposto.

Mas como já não tenho muito dinheiro, terei de pagar com uma parte do que produzi.

Agrada-me mais a pouca comida, que sobra, assim podemos comer, ou enganar o estômago.

Assim é um dia na minha vida, sempre a trabalhar e muito cansativo.

Lara Almeida, 5º C

 

 

A minha vida quotidiana de camponês

Eu sou camponês e vivo num senhorio. 
Trabalho muitas horas, de sol a sol, e de forma muito dura. 
Do que produzo, uma grande parte é entregue ao senhor, como renda. 
Devo ainda prestar ao senhor outros serviços, como a reparação das muralhas do castelo, e outros impostos, como os que devo pela utilização do moinho, do forno e do lagar.

Vivo em aldeias próximo do castelo do senhor.
Moro numa casa pequena, de madeira ou pedra, com chão de terra batida e telhado de colmo.
A minha casa tem apenas uma divisão.
A base da minha alimentação é pão, vinho, legumes, ovos, toucinho, queijo… Peixe e carne só muito raramente, geralmente em dias de festa.
O meu vestuário é simples, em tecidos grosseiros, fiados em casa.

Rodrigo Lopes, 5ºD

 

Sou camponês e vivo na terra do meu senhor.

Trabalho muito e pago muitos impostos. Tenho uma vida má e a minha casa parece uma barraca e chove lá dentro. Não como quase nada, só uma côdea de pão e vinho e não é sempre.

Acho mal que os camponeses como eu paguem impostos, porque fartamo-nos de trabalhar para os outros e não temos tempo para descansar porque levanto-me cedo e deito-me tarde passando o dia a trabalhar.

Gonçalo Silva, 5º E

 

 

Sou um camponês vivo perto dos senhorios. Trabalho muitas horas na agricultura, de sol a sol, e de forma muito dura. Parte do que produzo é para pagar ao senhor, como renda. Também faço outros serviços como a reparação de muralhas dos castelos.

O que mais me desagrada neste trabalho, é que tenho que me levantar muito cedo. Mas também não gosto nas horas de mais calor.

A minha mãe cozinha os alimentos na lareira que acende com lenha do mato. É também junto ao lume, que como e durmo, sobre palha.

Eu como pão que é feito à base do trigo, cevada, centeio e milho-miúdo, mas também como legumes, ovos, queijo e nas festas comia carne. Todos estes alimentos estão guardados numa arca.    O que eu gosto mais é das festas religiosas, Natal e Páscoa e das feiras.

Pedro Gomes -5ºE nº12

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